Foi Allan Kardec quem melhor estudou
a paranormalidade humana, adentrando a sonda da investigação
no cerne do fenômeno.
No capítulo XIV de O Livro dos Médiuns, Kardec apresenta
a seguinte definição:
"Toda pessoa que sente, em um
grau qualquer, a influência dos Espíritos é
por isso mesmo médium".
E tece comentários muito importantes
dessa peculiaridade do organismo humano. Foi Kardec, aquele que propôs
a palavra médium, por mais consentânea com a função
a que se dedica. (Também trata do assunto
em Obras Póstumas, 1.ª Parte, cap. VI ítem 33).
O Codificador apresenta a mediunidade como sendo uma faculdade orgânica,
encontrada em quase todos os indivíduos, à semelhança
de qualquer outra aptidão como a memória, a inteligência,
a razão, etc.