21/10/2016
2º Movimento Você e a Paz
em São Paulo com Divaldo Franco - 16/10/2016
por Texto: Carlyne Paiva
Fotos Edgar Patrocinio, Bárbara Blauth e Julia Nezu

Ao entardecer do dia 16 de outubro,
milhares de pessoas, de diversas crenças religiosas, reuniram-se
no Parque do Ibirapuera, para celebrar o Segundo encontro do Você
e a Paz, na cidade de São Paulo.
O movimento teve a apresentação musical
do coro Luther King e de Fabiana Cozza. Estiveram presentes como oradores,
os representantes religiosos: Dom Julio Endi Akamine, Sheikh Jihad Hassan
Hammadeh, Monja Heishin Gandra, Ocimar Camerlengo, José Carlos
De Lucca e Divaldo Franco. Houve, também, mensagens gravadas
em vídeo por Sri Prem Baba e Rabino Michael Schlesinger. Todos
frisaram a importância da paz para a plenitude humana.
Divaldo Franco finalizou o evento reafirmando a necessidade
de paz. Para tanto, utilizou-se como exemplo, de Gandhi, que amou de
tal forma que conseguiu neutralizar o rancor do império britânico
na dominação contra a Índia, libertando quase 700
milhões de indianos e paquistaneses do derramamento de sangue.
Isso se procedeu através da sua excelente qualidade de amor,
inexaurível fonte propiciadora da paz. Também não
foi por acaso que Jesus estabeleceu no amor a base da doutrina que veio
viver na Terra, pois a criatura humana tem sede de amar e ser amada.
Para abordar a temática do amor, tão necessária
à paz, Divaldo Franco remeteu-se a Freud e à libido, na
qual o ser humano coloca a necessidade imperiosa do prazer; para concluir
que o amor a que se referia Jesus transcende o da área das funções
genésicas. Na atualidade, as doutrinas psicológicas estabeleceram
como fundamental a amorterapia e a proposta de Jesus passou a ser a
única maneira do indivíduo encontrar-se consigo mesmo,
conhecendo, assim, as necessidades que caracterizam seu processo evolutivo
na Terra.
Jung estabeleceu que a vida humana deve ter um sentido
e Victor Frankl veio confirmar a necessidade de uma função
psicológica, da vida pautada numa linha de amor, porque somente
assim, o ser humano poderá encontrar o que Jung estabeleceu como
sendo o estado luminoso. Quando o amor atinge a sua plenitude, o ser
humano encontra a paz. O amor é a única virtude que quanto
mais se divide, mais se multiplica, pois a sua sementeira é infinita,
afinal, todo indivíduo é filho do Amor.
Divaldo Franco relembra, em sua fala, das cartas que
Albert Einstein escreveu para sua filha. Em uma delas, afirma que a
humanidade necessita de uma bomba cujos efeitos sejam maiores do que
a atômica: a do Amor. O universo mantém-se graças
a quatro forças ciclópicas: a gravidade, o eletromagnetismo,
a lei quântica forte, a lei quântica fraca e o Amor como
sendo a força concêntrica e excêntrica que mantém
as galáxias nesse cosmo. E a partir desta concepção,
o físico demonstra a lei de Amor como sendo fundamental à
vida.
Em 2000, a UNESCO, preocupada com 69 pontos de guerra,
apresentou um convite à humanidade em favor da paz. Propôs
que esta seria possível se as nações trabalhassem
em prol de seis itens: respeitar a vida, rejeitar a violência,
ser generoso, ouvir para compreender, preservar o planeta e redescobrir
solidariedade.
Com isto, Divaldo Franco também propõe
que o ser humano aprenda a serenar-se para que haja uma transformação
no mundo, elegendo-se a não violência. É indispensável
que cada um trabalhe em virtude de se manter a paz, evitando deixar
que os conflitos internos perturbem a harmonia. Afirma, também,
que não se pode esperar que a paz venha oriunda de decreto governamental,
porque esta não tranquiliza o sentimento de amargura. É
necessário que a paz deixe os gabinetes, onde se resolvem através
das armas a harmonia entre os povos, para que habite o coração
do homem.
A humanidade está na Terra para crescer na direção
da plenitude, atingindo a perfectibilidade relativa, já que a
absoluta advém só de Deus. Há a guerra, unicamente,
se não há a paz no interior da criatura humana. Quando
o homem apaziguar-se, a humanidade será formada por indivíduos
pacifistas, em que os descendentes poderão fruir de tranquilidade.
Divaldo Franco propõe que o indivíduo modifique seus hábitos
daninhos, em busca daqueles que caracterizam a ética, tendo como
escala de valores o amor a Deus acima de todas as coisas e ao próximo
como a si mesmo, encontrando, assim, o autoamor, o autorrespeito, tão
necessários à paz.



Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/OUTUBRO/18-10-2016.htm
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