16/05/2016
Texto: Júlio Zacarchenco
Fotos: Dominique Cheron e José Manuel Gomes

Paris, 05 de maio
de 2016
Na última terça-feira, 05 de maio, o médium
e orador espírita Divaldo Franco iniciou o seu roteiro de divulgação
do Espiritismo na Europa.
Na capital francesa, Paris, foi realizada a conferência “A
Conquista da Plenitude”, que contou com a participação
de 220 pessoas, no auditório da FIAP Jean Monnet, o qual ficou
lotado.
Na ocasião, o Conselho Espírita Internacional, representado
pelo seu presidente, o Senhor Richard Buono, ofereceu uma placa de reconhecimento
ao médium, pelos seus relevantes trabalhos de divulgação
da Doutrina Espírita na França. Como de hábito,
Divaldo agradeceu profundamente a deferência e o carinho representados
naquele gesto, transferindo a homenagem, no entanto, a todos os trabalhadores
espíritas, conhecidos e anônimos, daquela nação.
Evocando o discurso feito por Ernest Renan em sua aula inaugural no
Collège de France, em 22 de fevereiro de 1862, Divaldo abriu
a conferência com o destaque para o pensamento desse emérito
historiador e escritor francês que afirmara que Jesus foi um homem
incomparável, demitizando, assim, a figura do Jesus-Deus. Posteriormente,
escrevera ter sido o Nazareno tão grandioso que não coube
na História da Humanidade, dividindo-a em antes e depois d’Ele.
Ainda no campo do conhecimento científico, foram apresentadas
as considerações da Dra. Hanna Wolff, renomada psicanalista
alemã, acerca da excelência da mensagem de Jesus no tratamento
das problemáticas psicológicas. Em seu livro “Jesus
Psicoterapeuta”, ela falaria d’Ele como o maior psicoterapeuta
da Humanidade em todos os tempos, capaz de penetrar nos conflitos mais
profundos dos indivíduos, oferecendo os recursos precisos para
a libertação das consciências.
Avançando na questão da saúde humana, do ponto
de vista integral, Divaldo referiu-se à colocação
da Organização Mundial da Saúde a dizer que, em
realidade, não há doentes, mas sim doenças; e estas
seriam o resultado de determinadas emoções desarmônicas.
No mesmo sentido, Eckhart Tolle teria afirmado que as doenças
começariam no sentimento desajustado da criatura humana, o qual
abriria campo para a manifestação do estado patológico.
Demonstrando a coerência e a sintonia entre os diversos ramos
da Ciência, mereceu análise, também, a descoberta
dos Drs. David Bohm e Stewart Wolf, físicos quânticos,
a provar que os pensamentos e as ações repercutem diretamente
sobre o nosso sistema imunológico, positiva ou negativamente,
dependendo dos conteúdos expressos pela mente. A ação
positiva geraria partículas equivalentes a fótons, a gerar
equilíbrio, harmonia. A ação negativa liberaria
elétrons no organismo e, então, teria o efeito oposto
sobre ele. Dessa maneira, amar promoveria a saúde integral e
seria uma forma de fruir felicidade.
Com base nesses apontamentos, fora explicado que amar é bom para
quem experiencia esse sentimento, sendo absolutamente indiferente, do
ponto de vista da saúde do indivíduo, que exista a reciprocidade.
Por isso, o caminho para a plenitude física, psicológica
e psíquica seria exatamente a vivência do amor. E essa
teria sido a mesma conclusão a que chegaram os psicanalistas
Carl Gustav Jung e Viktor Frankl, isto é, amar seria o mais excelente
sentido psicológico na vida de qualquer ser humano, capaz de
preencher o vazio existencial e gerar a alegria de viver.
Para o aprofundamento dos estudos sobre a plenitude do ser, Divaldo
discorreu sobre as conclusões do matemático, físico
e filósofo do século XVII, Blaise Pascal. Para ele, a
Humanidade de sua época vivia num momento de grandes dificuldades,
como que numa encruzilhada. De um lado, houvera desenvolvido-se no aspecto
intelectual, científico, o que ele denominava de “espírito
de geometria”, mas sem o equivalente desenvolvimento ético-moral,
por ele denominado de “espírito da gentileza”, ou
“de finesse”. Esse desequilíbrio, marcado pela escassez
do “espírito de finesse”, levaria os indivíduos
a se entredevorarem. Em contrapartida, o equilíbrio entre esses
dois aspectos do desenvolvimento das sociedades geraria o “espírito
do coração”, a plenitude.
Conforme ressaltado, o pensamento de Pascal alcançaria o mundo
contemporâneo com ares de perfeita atualidade e isso seria demonstrado
pela observação do psicólogo americano Rollo May,
que afirmara que o ser humano vive hoje o grande drama do vazio existencial,
em virtude dos comportamentos tipificados pelo individualismo, pela
sexolatria e pelo consumismo. O vazio existencial conduziria o indivíduo
à depressão e esta, ao suicídio. Nesse contexto,
as estatísticas da OMS mostrar-se-iam estarrecedoras: até
o ano 2025, a primeira causa de mortes no mundo seria o suicídio.
A inabilidade para lidar com os seus conflitos íntimos levaria
o ser a buscar compensações para suas frustrações
e infelicidade no mundo exterior: a ilusória necessidade da posse,
a projeção de suas mágoas e inseguranças
na sociedade, de modo a responsabilizá-la pelos seus insucessos
etc.
Relacionando o conhecimento científico com o Espiritismo, Divaldo
demonstrou a razão pela qual Jesus é o modelo e guia para
toda a Humanidade, conforme previsto na obra O Livro dos Espíritos.
Isso porque, sem criar nenhuma religião dogmática, nenhum
movimento sectarista, ofereceu, por seus exemplos, vivências e
ensinamentos, uma proposta de religiosidade universal, pautada no autoconhecimento
e na autoiluminação, por meio do exercício do amor
e da superação das nossas más inclinações
morais, capaz de promover o reequilíbrio da criatura humana e,
por via de consequência, a sua saúde integral (física,
psicológica e espiritual). A mensagem cristã, deturpada
ao longo dos séculos, estaria sendo revivida na Doutrina Espírita,
em toda a sua pureza, provando a imortalidade da alma, a reencarnação,
a lei de causa e efeito e a perfeita justiça das aflições
humanas, e oferecendo, assim, todos os instrumentos úteis para
que o ser humano possa viver em harmonia.
No encerramento da conferência, Divaldo repetiu a lição
de Jesus expressada na sentença “O Reino de Deus está
dentro de vós”, deixando claro que a conquista da plenitude
diz respeito à conquista do Self, ou, ainda do ser imortal que
somos.


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Dublin,
Irlanda
O médium e orador espírita
Divaldo Franco realizou na tarde de sábado, 07 de maio, uma palestra
na cidade de Dublin, Irlanda.
O evento foi realizado no auditório do Carlton Hotel Dublin,
com a presença de um público de 320 pessoas.
Para tratar sobre o tema “Esquizofrenia e Obsessões”,
foi abordado o conceito de saúde da Organização
Mundial da Saúde, que estabelece ser ele o perfeito bem-estar
físico, psicológico e social. Conforme esclarecido, estudiosos
teriam, recentemente, adicionado mais um elemento determinante do estado
de saúde, o bem-estar espiritual.
Por isso, o indivíduo valeria por aquilo que é e nunca
por aquilo que possui ou, ainda, por sua personalidade, pelas aparências.
As condições decisivas para a saúde somente seriam
alcançadas mediante a autorrealização.
Nesse sentido, ressaltou Divaldo, o psiquiatra Carl Gustav Jung afirmaria
que é imprescindível à criatura humana eleger uma
meta psicológica profunda para sua vida e vivê-la, de maneira
a evitar a queda no vazio existencial. Esse sentido profundo conduziria
o ser a um estado de plenitude. Para o médico suíço,
o modelo ideal para encontrar-se a plenitude seria Jesus, sobretudo
por causa de sua mensagem psicoterapêutica em torno do amor, portanto,
em caráter perfeitamente concorde com o que fora apontado pelos
Espíritos superiores na resposta à questão de número
625 de O Livro dos Espíritos.
Foi ensinado que a Ciência Espírita, que estuda a origem,
a natureza e o destino dos Espíritos e as relações
existentes entre o mundo físico e o espiritual, estabeleceu verdadeira
ponte entre as doutrinas Materialista e Determinista. Com os postulados
da imortalidade da alma, da reencarnação e da lei de causa
e efeito, o Espiritismo fez luz sobre os pontos obscuros, inexplicados
do Determinismo, fazendo-nos compreender que somos, hoje, o resultado
de todas as nossas experiências reencarnatórias. Ademais,
as provas das comunicações dos Espíritos demoliu
o fundamento do Materialismo, demonstrando que a vida nunca cessa.
A mente - ou o Espírito-, seria a causa a comandar as funções
do corpo espiritual e, por via de consequência, do corpo físico,
o qual apresentaria em si os efeitos do pensamento. Sendo estes de teor
negativo, o períspirito desajustar-se-ia, passando a atuar desordenadamente
sobre o cérebro humano, cujas funções, notadamente
no campo das neurocomunicações, ficariam prejudicadas,
abrindo espaço para a instalação de transtornos
psiquiátricos.
Os transtornos psiquiátricos e psicológicos teriam, dessa
forma, uma compreensão muito mais ampla e profunda se o ser humano
fosse considerado no seu tríplice aspecto: Espírito imortal,
períspirito e corpo físico, perfeitamente integrados.
Recordando que a esquizofrenia, até o ano de 1792, era considerada
uma punição divina ou manifestação demoníaca,
Divaldo esclareceu que, sob a ótica espírita, Deus não
pune. Ele teria criado leis perfeitas de equilíbrio que, quando
defraudadas, gerariam, como reação, desarmonias espirituais,
psicológicas e, por fim, físicas naquele que desrespeitou
os códigos divinos. Foi, ainda, elucidado que por manifestação
demoníaca deveríamos entender a ação persistente
e negativa de Espíritos inferiores sobre os encarnados.
Com base nesse conhecimento espírita, fora explicado que a esquizofrenia,
assim como a depressão, o autismo e outros transtornos, teriam
sua causa, quase que invariavelmente, em reencarnações
anteriores. As ações negativas do passado, correspondendo
a infrações às leis divinas, gerariam desequilíbrios
espirituais, psicológicos e perispirituais no ser, que, ao se
reencarnar, imprimiria em seu corpo físico as matrizes do transtorno
psiquiátrico, abrindo campo de ação dos Espíritos
inferiores sobre si, nos processos obsessivos.
Na atualidade, a esquizofrenia não seria mais uma doença
incurável, do ponto de vista médico, conforme asseverou
o palestrante, necessitando de tratamento de ampla abordagem, psiquiátrica,
psicológica e espiritual, uma vez que, além das causas
endógenas (hereditariedade, doenças infectocontagiosas
etc) e exógenas (eventos da vida, conflitos da infância,
conflitos sexuais, narcisismo etc), haveria as causas espirituais.
Divaldo apresentou vários casos de pacientes esquizofrênicos
e depressivos que, apesar da brilhante inteligência e dos talentos
que possuíam, tiveram de enfrentar o sofrimento lhes imposto
pelos transtornos psiquiátricos, tais como Padre William Doyle,
Johann W. Goethe, Franz Liszt e outros.
Afirmou, ainda, que até o início do século XX,
os métodos de tratamento da esquizofrenia eram cruéis.
Com o progresso da Ciência, novas terapêuticas teriam surgido,
como a convulsoterapia com uso de metrazol, depois de insulina, desenvolvida
pelo Dr. Manfred Sakel; ou a terapia do eletrochoque, proposta pelos
Drs. Bini, Cerlletti e Kalinowski.
Além dos métodos físicos, começariam a ser
utilizadas abordagens psicoterápicas para os tratamentos desses
pacientes; e, na sequência, substâncias químicas
desenvolvidas em laboratórios (os chamados barbitúricos)
seriam usadas nos esquizofrênicos, para suprir as deficiências
dos neurocomunicadores naturais.
No encerramento da conferência, fora narrado o episódio
do Evangelho de Marcos, no qual Jesus, após curar um homem que
sofria de um processo obsessivo por subjugação, vai falar
aos gadarenos para oferecer-lhes a sua mensagem de libertação,
de paz e de amor, sendo, contudo, por eles expulso de sua região.
Divaldo, então, enfatizou que Jesus tem algo muito melhor a nos
oferecer de tudo o que a Terra poderia nos dar (poder, posse, prazer);
Ele nos teria a ofertar a própria paz, que nos faria sentir a
verdadeira felicidade. Mas temos, repetidamente, expulsado Jesus de
nossas vidas, sendo este o momento decisivo para todos nós, de
vincularmo-nos à proposta do Cristo, reabilitando-nos perante
a nossa própria consciência para, enfim, viver em plenitude.


Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MAIO/10-05-2016.htm
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Luxemburgo
Luxemburgo, 11 de maio de 2016
No dia 11 de maio, o médium e orador
espírita Divaldo Franco realizou uma conferência na cidade
e Condado de Luxemburgo, com o tema “A Psicologia da Gratidão”.
O evento foi realizado no auditório do Hotel
Meliá e recebeu um público de 200 pessoas.
“A vida é um poema de gratidão”.
Assim foi iniciado o tema da noite. De acordo com o exposto, a criatura
humana necessita de ser um observador mais atento a respeito de tudo
o que lhe diz respeito. Ao darmo-nos conta das nossas possibilidades
de experiências e progresso intelecto-moral-espiritual, surge
em cada um de nós o dever e a necessidade de agradecer a Deus
a oportunidade de viver. Isso porque a vida- afirmou o expositor-, é
de manifestação divina; o Criador, desde os primórdios,
estabeleceu um sentido de plenitude para ela, pelo comando do “faça-se
a Luz!”. Somos, portanto, a luz que necessita de brilhar.
Discorrendo sobre o desenvolvimento antropossociopsicológico,
com base nos estudos de John B. Watson, psicólogo americano,
foi afirmado que as primeiras emoções que surgiram nos
seres humanos foram: o medo, a ira e, por último, o amor. Essa
última emoção que surgiu em nós é
a que nos possibilita a plenitude.
E o que, então, dificultaria a conquista da
plenitude pelo ser humano? A maior problemática, nesse sentido,
seria a própria criatura humana, isto é, os conflitos
que nela existem. E, a fim de possibilitar-se uma compreensão
mais profunda a respeito do assunto, foram analisadas as 5 características
essenciais do ser humano, segundo a proposta do médico psiquiatra
e psicólogo cubano Emilio Mira y López: personalidade,
conhecimento, identificação, consciência e individualidade.
De acordo com esse estudo, todos teríamos máscaras
(personas) que utilizamos para a convivência social, que seriam
o nosso ego e que se distinguiriam da nossa realidade profunda, aquilo
que somos na essência (Self). Esse paradoxo entre o ser e o parecer
representaria um dos grandes conflitos existenciais a serem vencidos
pelo ser humano.
Além disso, os indivíduos teriam sempre
o conhecimento, em maior ou menor quantidade e/ou profundidade. O reconhecimento
da própria ignorância já seria uma forma de conhecimento.
Fo explicado que de acordo com nossas tendências,
nossos pensamentos e atos, geramos processos de identificação
com as demais criaturas. Surgem, então, as simpatias e antipatias.
Para o entendimento das enormes diferenças entre
os indivíduos e suas maneiras de pensar e agir, Divaldo discorreu
sobre os 4 principais níveis de consciência do ser, dentro
da classificação do psicólogo russo Piotr D. Ouspensky:
consciência de sono, consciência de sonho, consciência
de si e consciência cósmica. As aspirações
de cada um, os seus objetivos de vida, são os fatores que determinam
em que nível cada pessoa se encontra.
Seguindo na análise da consciência, foi
esclarecido que, ao atingirmos o nível de consciência de
si, a máquina humana funcionaria executando 7 funções
principais: intelectiva, emocional, instintiva, motora, sexual, emocional
superior (moral) e intelectiva superior ou coletiva. Fácil, portanto,
de se depreender que a educação do Espírito, por
meio do desenvolvimento de hábitos saudáveis e nobres,
seria o caminho para se atingir patamares mais elevados de consciência.
A última característica do ser humano
apresentada foi a individualidade, a qual seria a representação
junguiana do Self, ou seja, do ser espiritual profundo em perfeita identificação
com Deus.
Ao atingirmos esses níveis superiores de consciência,
nasceria em nós a psicologia da gratidão, esse sentido
de integração com a divindade e com todos os seres do
Universo e de reconhecimento e gratidão pela vida. O ato de agradecer
seria um gesto de amor.
Esse reconhecimento não seria apenas pelas ocorrências
felizes da vida, senão pelas dificuldades também, vez
que elas representariam convites à reflexão e ao aperfeiçoamento
do próprio caráter.
Para ilustrar a força do amor, manifestado pela
gratidão à vida, dentro da proposta do Evangelho de Jesus,
foi narrada uma história extraída do livro Perdão
Radical, de Brian Zahnd, que reporta-se ao genocídio armênio,
provocado pelos turcos, no ano de 1915, ocasião em que a família
de uma jovem foi brutalmente assassinada: pais e irmãs. Ela foi
tornada escrava sexual do comandante da tropa, conseguindo, posteriormente,
fugir e refugiar-se na Turquia, onde se formou em enfermagem e foi reconhecida
como uma das melhores enfermeiras da região. O ponto alto da
narrativa foi o reencontro da vítima com o algoz. O ex-comandante,
envelhecido, vitimado por estranha enfermidade que lhe devorava a existência,
foi levado ao hospital, inconsciente, e passou a ser atendido por aquela
enfermeira, que se lhe dedicou incondicionalmente, salvando-lhe a vida.
Lúcido e curado, o algoz a questionou sobre o porquê de
não o ter assassinado, quando teve a chance. A resposta: Porque
sou cristã e Jesus nos ensinou a perdoar sempre. A gratidão
por ter sobrevivido, por ter tornado-se enfermeira, por ter conseguido
superar o trauma sofrido, era imensamente superior ao mal que aquele
homem lhe houvera causado. Em seu íntimo, não havia espaço
para o ressentimento, apenas para o amor.
Divaldo também narrou “A Lenda da Gratidão”,
de autoria de Selma Lagerlöf, da qual podemos extrair a lição
do reconhecimento da causalidade primeira da vida no Universo, Deus,
o grande autor de tudo o que existe, surgindo, assim, em nós,
esse sentimento terno de gratidão ao Criador.
O encontro foi encerrado com a mensagem de que todos
estamos na busca da realização da fraternidade universal,
neste intercâmbio incessante entre os dois planos da vida, físico
e espiritual, em nossa ascese para Deus, para a plenitude.


Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MAIO/16-05-2016.htm
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Zurique, Suiça
Há 30 anos, Divaldo foi convidado
por Andre Studer, fundador da Fundação G19 em Zurique,
para proferir um seminário sobre o tema reencarnação.
Com o êxito alcançado, Divaldo passou a comparecer na cidade,
anualmente, em pentecostes, a convite da Fundação. Depois
de alguns anos suas palestras foram levadas também aos Grupos
Espíritas fundados na Suíça.
Em 2010, com a intenção de levar a mensagem espírita
a um maior público suíço, em local neutro, fora
dos centros espíritas, o médium baiano foi convidado para
proferir uma palestra no Centro de Convenções e Eventos
“Volkshaus”, em Zurique. A cooperação entre
Valdemir Hass e a Associação Espiritualista “Lichtall”,
com mais de mil associados, possibilitou atrair um grande número
de suíços às palestras de Divaldo.
A cooperação solidificou-se e o trabalho tem crescido
ano a ano.
No último dia 13 de maio, Divaldo proferiu sua
quinta palestra naquele local, com o tema “A Imortalidade da Vida
e a Busca da Felicidade”. O evento recebeu um público de
mais de 450 pessoas, sendo grande parte de suíços, com
expressivo interesse dos presentes pelos livros espíritas em
alemão.
O tema foi introduzido com uma viagem ao início do Universo e
da vida na Terra. Desde o fenômeno do Big Bang, há cerca
de 14 bilhões de anos, ao início da vida na Terra, na
intimidade dos oceanos, a interrogação dos cientistas
sempre apontou para o início de tudo, a causa inicial de todas
as coisas. Antes do Big Bang, o que teria existido? Para os niilistas,
seria o nada, mas para outra corrente científica, seria impossível
admitir que o Universo inteligente seria resultado do acaso. Ademais,
na atualidade, admitir-se-ia a existência de outro universo antes
deste hoje conhecido. Com relação à vida física
na Terra, as explicações sobre o seu começo e o
seu desenvolvimento estariam presentes na Teoria da Origem e Evolução
das Espécies, de Charles Darwin. Entretanto, prosseguiria a dúvida
quanto ao antes e ao depois da vida física. E a própria
observação do corpo humano, a sua formação
e a sua fisiologia, levaria-nos ao questionamento a respeito de como
uma máquina tão sofisticada e perfeita poderia formar-se
e funcionar apenas por força do acaso. Esses questionamentos
sempre interessaram à Filosofia, desde o período Pré-Socrático.
Conforme asseverado, somos seres imortais; nossa vida original e natural
é a espiritual; do mundo espiritual viemos e para lá retornaremos
após a existência física.
Sócrates, filósofo grego, teria referido-se à vida
imortal, chegando mesmo a afirmar que era habitualmente orientado pelo
seu “daimon”, isto é, pelo seu Espírito guia.
Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço, que teve oportunidade
de observar os fenômenos mediúnicos, elaborou a teoria
dos arquétipos e do inconsciente coletivo, demonstrando a imperecibilidade
do ser e a memória ancestral, ou seja, de existências anteriores.
E a própria mensagem de Jesus, expressa naquilo que disse e em
suas vivências, constituiria sério convite ao despertamento
do ser com relação à sobrevivência da alma
e às consequências “post-mortem” de suas condutas
na Terra.
Por essa razão, segundo foi explicado, a doutrina do Cristo exorta-nos
ao exercício do Amor em todas as suas expressões, sendo
ele a lei maior e central de todo o código moral divino. Esse
sentimento libertar-nos-ia de nossos conflitos e culpas, promovendo
em nós o estado de saúde integral (físico, psicológico
e espiritual).
Nesse sentido, o Espiritismo convidaria a todos para eleger a imortalidade
como meta psicológica profunda da existência, nesta perspectiva
da sobrevivência da alma e dos efeitos de nossa conduta na Terra
no mundo espiritual, de maneira a vivermos no corpo de tal maneira a
garantir uma posição de equilíbrio e feliz no além.
Divaldo recordou que para demonstrar cientificamente a continuidade
da vida após o decesso, a Doutrina Espírita utilizou-se
do processo de intercâmbio entre os dois planos da vida (físico
e espiritual), a mediunidade, a fim de que fosse possível aos
próprios “mortos” retornarem para expressar-nos suas
experiências, alegrias, angústias, conquistas e fracassos,
alertando-nos sobre o que está a nos aguardar no mundo invisível,
a depender do que fazemos de nossa existência física.
A mensagem imortalista é de otimismo, esperança, alegria
e amor, pois que dá-nos a certeza de que todos os nossos esforços
de aperfeiçoamento intelecto-moral não são em vão,
nunca se perderão no nada, e de que nossos laços afetivos
nunca se rompem, unindo as almas para a eternidade.
Vivermos cada dia com a experiência que ele nos traz, no trabalho
constante de autoconhecimento e de autoiluminação, com
a certeza de nossa imperecibilidade espiritual, da continuidade da vida
além da morte, das oportunidades infinitas de recomeço
e burilamento por meio das reencarnações, sem, portanto,
a necessidade de criarmos angústias e ansiedades, seria experimentar
conscientemente o Amor e a Misericórdia de Deus por todos nós,
vivendo a felicidade desde agora, ainda que atravessando os momentos
difíceis da atualidade.
A conferência foi encerrada com uma exortação à
alegria de viver, para que todos os que sofremos nunca nos esqueçamos
da transitoriedade da existência física, de que todos os
sofrimentos são passageiros e encerram em si um aprendizado para
o Espírito e de que além das paisagens lúgubres
das dores na Terra há beleza por toda parte, se tivermos olhos
de ver, dependendo de nós prepararmos a nossa vida futura , após
a desencarnação, amando aqui e agora, o quanto pudermos.


Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MAIO/18-05-2016.htm
Zurique, 14 e 15 de maio de 2016
Nos dias 14 e 15 de maio, o médium e orador
espírita Divaldo Franco realizou um seminário na cidade
de Zurique, Suíça, com o tema “Libertação
do Sofrimento”.
O evento foi realizado no auditório do G19 Stiftung e contou
com a participação de cerca de 150 pessoas em cada dia.
A Fundação G19, na pessoa de Andre Studer, foi a responsável
por convidar Divaldo a falar sobre o Espiritismo na Suíça
por primeira vez.
Para a realização desse encontro, colaboraram a Sociedade
Espírita Maria de Magdala, de Zurique, o CEEAK, de Winterthur
e o CEEJA, também de Zurique.
Tomando por base a obra "O Cavaleiro da Armadura Enferrujada",
de autoria de Robert Fisher, Divaldo propôs uma análise
junguiana e espírita da problemática do ego e sua relação
com a origem dos sofrimentos, assim como da necessidade de a criatura
humana alterar a sua conduta moral para melhor, como forma de libertar-se
das dores que a afligem.
Para que fosse possível realizar essa viagem de estudo sobre
o autodescobrimento e a autoiluminação mais facilmente,
foram abordados os conceitos de ser humano, nos seus aspectos biológico,
psicológico e social, assim como a visão espírita
dele, que o apresenta como ser tríplice (corpo físico,
perispírito e Espírito), demonstrando-se que somos, em
essência, uma energia pensante que sobrevive ao decesso físico
e realiza o seu processo evolutivo por meio das reencarnações.
Também foram apresentados alguns conceitos da Psicologia Analítica
de Carl Gustav Jung, tais como o consciente, o inconsciente coletivo
e o individual, os arquétipos, o ego, o Self, a sombra.
Em seguida, o orador passou à análise específica
da estória contida no livro referido.
Tratava-se de um cavaleiro que, ao longo de muitos anos, habituou-se
a manter-se vestido com sua armadura de ferro, a qual acabou por se
enferrujar. Ele era casado e tinha um filho, mas o seu relacionamento
com a família era muito distante e difícil. Após
uma discussão com a esposa, aborrecido, decidiu o cavaleiro afastar-se
do domicílio e realizar uma viagem. Nesta viagem, ele passou
a ter contato com alguns outros personagens, com os quais se relacionou
e que o ajudaram a refletir sobre a própria existência.
Por fim, o cavaleiro considerou que deveria retirar a armadura, o que
não conseguiu de imediato, uma vez que ela já se encontrava
muito enferrujada. Um dos personagens disse-lhe que seria necessário
atravessar uma determinada trilha, onde encontraria três castelos:
o do silêncio, o do conhecimento e o da vontade e ousadia. Ser-lhe-ia
necessário permanecer um certo tempo em cada um deles, para se
lhes aprender as lições, a fim de que ele pudesse seguir
para o seguinte. Nesse processo, passando por cada castelo, o cavaleiro
foi introjetando os diferentes ensinamentos, refletindo sobre a própria
vida, conhecendo mais de si mesmo, ao tempo em que ele passou a mudar
de pensamentos, de comportamentos, e , com isso, a armadura, de parte
em parte, começou a cair de seu corpo, até que ele viu-se
totalmente liberado dela.
Divaldo esclareceu que a viagem do cavaleiro pela trilha, visitando
cada um daqueles castelos, é bem a viagem de autodescobrimento
e de autoiluminação de todos nós, que trazemos
as nossas máscaras, as personas a que se referia Carl Gustav
Jung.
Ao longo de nossa jornada evolutiva, criamos em nós condicionamentos
negativos, que tornaram-se uma segunda natureza em nós, passamos
a usar máscaras que compõem a nossa personalidade, que
utilizamos para agradar as convenções sociais. E assim,
perdemos o contato com o nosso ser profundo, a nossa realidade espiritual
(Self). Esses condicionamentos negativos, as nossas más inclinações,
seriam a causa de nossos sofrimentos.
Conforme afirmou o orador, é necessário que façamos
a viagem interior, em busca do conhecimento da Verdade, dessas leis
divinas que estão escritas em nós, para que tomemos consciência
de que somos Espíritos imortais e de que a nossa meta psicológica
profunda deve ser amar, vencendo os nossos medos e dúvidas, eliminando
as nossas imperfeições morais e estabelecendo-se, assim,
a conexão entre o ego e o Self.
O sofrimento poderia ser superado, portanto, por um estado emocional
saudável, através da vivência do amor, que propiciaria
ao indivíduo o equilíbrio psicológico e espiritual.
E, quando necessário, naturalmente que as terapêuticas
orgânicas deveriam ser utilizadas.
Foi apresentada a visão espírita do sofrimento, que considera
a questão sob um prisma otimista e saudável. A dor, então,
seria “uma bênção que Deus envia aos seus
eleitos”. Isso porque, com a compreensão da lei de causa
e efeito, damo-nos conta de que somos os artífices de nosso destino
e de que as causas de nossas aflições residem em nós
mesmos. Os sofrimentos de hoje seriam resultados de nossas más
condutas do passado e a reencarnação seria o meio pelo
qual expungimos esses desequilíbrios, que se nos apresentam como
dores, físicas ou morais. Assim agiria a misericórdia
de Deus, que nos faculta a oportunidade de libertação
de nossas aflições.
Em seguida, Divaldo propôs uma reflexão acerca dos 4 compromissos
da filosofia tolteca como uma técnica para libertarmo-nos dos
sofrimentos e evitarmos criar novos para nós mesmos: seja impecável
com a sua palavra; não leve nada para o lado pessoal; não
tire conclusões; sempre dê o melhor de si.
Conforme elucidado, seria necessário que fizéssemos o
esforço para transitarmos do sofrimento para a alegria, evitando
comportamentos masoquistas, processos de auto-vitimização,
estabelecendo a ponte entre o ego e o Self e entre o Self e a Divindade,
nesse processo de individuação e integração
com o Todo, de maneira que as dores fossem diluídas.
Na fase final do seminário, Divaldo narrou a bela história
de Ananda, contida no livro “Muito Além do Amor”,
de autoria de Dominique Lapierre; uma jovem que enfrentou os sofrimentos
físicos e morais mais cruéis em sua infância e juventude,
para encontrar a libertação de suas dores na entrega total
de sua vida ao Cristo, amando a todos os seres incondicionalmente e
dedicando-se integralmente ao alívio dos sofrimentos de seus
irmãos em Humanidade.
Divaldo encerrou o seminário afirmando que o amor - a si mesmo
e aos outros-, é a única solução para a
libertação de nossos sofrimentos e que, ao expandirmos
a nossa visão espiritual, por meio dos processos de autoconhecimento
e autoiluminação, passaremos a perceber o mundo maravilhoso
em que vivemos e todas as bênçãos divinas de que
somos beneficiários, de modo que as nossas queixas diminuirão
e um profundo sentimento de gratidão à vida e a Deus extravasará
de nossos corações.


Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MAIO/19-05-2016.htm
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Viena, 17 de maio de 2016
Na terça-feira passada, 17, o médium e orador espírita
Divaldo franco proferiu uma conferência na cidade de Viena, Áustria,
com o tema “Libertação do Egoísmo”.
O evento foi realizado na sede da Sociedade de Estudos Espíritas
Allan Kardec de Viena e contou com a participação de mais
de 110 pessoas.
Como introdução para o assunto escolhido, foi narrado
o registro histórico do século VI a.C., referente à
vida do rei Creso, da Lídia. Conforme narrado, Creso vivia na
capital de seu reino, Sardes, com seus dois filhos. Acreditava-se plenamente
feliz, pois que era o homem mais rico do planeta. Certa feita, o rei
convidou o grande filósofo Sólon para visitar seu palácio.
Após mostrar-lhe a sua imensa fortuna, falar da grandeza de seu
reino e de seu poder, perguntou-lhe se conhecia alguém mais feliz
do que ele, recebendo uma resposta afirmativa. Contrariado, reformulou
a questão, indagando a respeito de quem seria, então,
a segunda pessoa mais feliz do mundo. Novamente, seu nome não
foi indicado pelo filósofo, o que lhe causou profunda revolta.
Sólon aproveitou a oportunidade para oferecer-lhe uma grande
reflexão, afirmando que somente seria possível verificar-se
se uma pessoa realmente foi feliz após a sua morte, já
que antes disso muitos fatores poderiam, de um minuto para outro, alterar
a sorte de uma vida. O ensinamento recebido foi profético. Creso
houvera, oportunamente, requisitado de seus ministros que procurassem
os médiuns, pitonisas, videntes, mais importantes de diversas
regiões, a fim de testar a autenticidade dos fenômenos
ditos paranormais. Após todos retornarem a Sardes para apresentarem
ao rei as informações colhidas, constatou-se que a médium
de Delfos era, de fato, autêntica.
De lá, chegaram os avisos para Creso de que ele não teria
sucessores legítimos no trono, uma vez que o filho surdo-mudo
estaria naturalmente impedido de assumir a função e o
outro desencarnaria tragicamente, e de que um grande império
estaria para ruir. E assim ocorreu. O filho sem limitações
físicas morreu em um trágico acidente. O rei, acreditando,
equivocadamente, que a referência sobre o império a ruir
seria do persa, decidiu guerrear contra ele, caindo, porém, derrotado.
Mas algo inusitado acontecera nesse episódio. Após perder
a batalha, Creso retornou para seu palácio e , ali, em uma sacada,
contemplando as terras destruídas, não percebeu que um
soldado inimigo houvera adentrado o local; quando este preparava-se
para arremessar uma lança, o outro filho do rei da Lídia,
que era surdo-mudo, numa reação surpreendente, deu um
grito, pedindo que não matassem o pai. O soldado titubeou e ao
fazer o arremesso, errou o alvo. O rei foi preso com a família,
mas quando estavam para ser mortos, ele pronunciou em voz alta o nome
de Sólon e repetiu a frase que lhe houvera sito dita. Naquele
dado instante, Ciro, o rei dos persas, passava por ali e ouviu a menção
ao filósofo, de quem era profundo admirador. Ao saber daquele
encontro entre Creso e Sólon, o comandante dos persas decidiu
libertar o rei derrotado e sua família, solicitando de seu servo
que anotasse que na História, Ciro houvera sido misericordioso,
poupando a vida de um inimigo vencido, para que, no dia em que eventualmente
fosse também derrotado, tivessem igualmente misericórdia
para com ele. Após esse gesto, Creso, que era todo egoísmo,
curvara-se diante do vencedor e oferecera a si e sua família
para se lhe tornarem servos dedicados e leais.
Esse fato, narrado pelo historiador grego Heródoto de Halicarnasso
e que traz as comprovações históricas da paranormalidade/mediunidade,
bem descreve a impermanência da existência física,
a sua fragilidade, a ilusão das conquistas mundanas e as alternâncias
das situações da vida material, demonstrando que o egoísmo,
a maior chaga da Humanidade e filho do ego, é elemento impeditivo
da felicidade e da paz.
O egoísmo, segundo explicado, pode ser considerado sob diversos
aspectos, recebendo diferentes designações: egoísmo,
egotismo, egolatria, egocentrismo etc. No entanto, sob qualquer ângulo
que seja abordado ou estudado, encontrar-se-á sempre o ego como
gênese desses comportamentos.
A conduta egoísta, inevitavelmente, levaria a criatura a desviar-se
da solidariedade humana. A consequência disso seria o isolamento,
os tormentos da solidão, a infelicidade, a depressão,
com o risco do suicídio.
Foi ressaltado que essa questão sempre mereceu a preocupação
dos filósofos, desde a Antiguidade Clássica. A Filosofia
Socrática teria oferecido elementos substanciais para o melhor
entendimento da criatura humana e de seu relacionamento consigo e com
os outros seres. Os princípios da imortalidade da alma, da comunicabilidade
dos Espíritos- nesse intercâmbio constante entre os dois
planos da vida-, da reencarnação, da vida moral saudável,
foram as bases do pensamento de Sócrates, de modo que se constituiu
verdadeiro precursor da Filosofia Espírita. Esse conjunto de
conhecimentos seria fundamental para o trabalho de autoconhecimento
e autoiluminação que, em outras palavras, significaria
a superação do egoísmo ou, ainda, na linguagem
analítica junguiana, a união do ego com o Self.
Seguindo nesse raciocínio, foi explanado que, 400 anos após
Sócrates, surgiria Jesus no cenário terrestre, aprofundando
e desdobrando o pensamento socrático e centralizando toda a sua
mensagem na Lei de Amor. Ninguém teria falado sobre o Amor e
vivido-o como ele, em toda a História. Dois milênios após
a sua passagem pela Terra, a Ciência, em diversos ramos e sobretudo
nas especificidades da Psicologia e Psiquiatria, reconheceria sua mensagem
como a mais profunda e excelente psicoterapia para o ser humano, capaz
de conduzir o indivíduo ao estado de saúde integral, de
plenitude. O convite ao autoencontro e autoiluminação
estaria presente na sua orientação: “O Reino dos
Céus está dentro de vós”.
Demonstrando a tese, foi apresentado o estudo do psiquiatra austríaco
Viktor Frankl, que afirmara que todos nós necessitamos de estabelecer
um sentido psicológico profundo em nossas vidas e de vivê-lo;
de outra forma, o ser entraria em depressão e o suicídio
poderia ocorrer. Segundo o médico austríaco, o amor seria
a mais excelente e positiva meta psicológica para todos. Mas,
além dele, Carl G. Jung, outro psiquiatra, este suíço,
afirmaria a mesma coisa, elegendo o amor como o sentido mais elevado
para a vida, gerador da plenitude, da completitude, do estado numinoso.
Divaldo narrou a história do grande escritor russo Leo Tolstoy,
que abandonou a sua posição e título de nobreza,
como Conde, para viver no interior, no campo, servindo aos seus semelhantes,
especialmente aos pobres e simples. Ele teria escrito ao czar da Rússia,
Nicolau II, que era o protótipo do homem egoísta, e dito
em sua carta, em tom admoestatório, que “aqueles que são
egoístas têm a tendência de sofrer a tragédia
de si mesmos”. Mais tarde, o czar seria levado com sua família
para a Sibéria, ondem foram fuzilados.
Por essa razão, afirmou o conferencista, é que surgiu,
no século XIX, o Espiritismo, como a ciência que estuda
a origem, a natureza e o destino dos Espíritos e as relações
existentes entre o mundo físico e espiritual, dando-nos a conhecer
o que somos, de onde viemos e a nossa destinação, tanto
quanto as causas de nosso sofrimento e as chave para que deles nos libertemos.
A geratriz principal de todas as nossas mazelas seria o egoísmo
e, em vista disso, Allan Kardec estabelecera que a nossa salvação,
isto é, a libertação de nossos sofrimentos, somente
seria possível por meio da diluição do egoísmo,
com a vivência do Amor, na prática da caridade pura. Concluindo,
afirmou: viver, usufruindo de todos os recursos que Deus nos oferece
na Terra, mas sem a eles nos apegar, transformando o egoísmo
no prazer de se fazer o bem; sendo isso o grande testemunho da saúde
integral.


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Viena, 18 de maio de 2016
Na última quarta-feira, 18, o médium e orador espírita
Divaldo franco, visitou, a convite, a Sociedade de Estudos Espiritas
Joanna de Angelis, sediada na cidade de Viena, Áustria.
Nesse encontro informal, de fraternidade, aproveitou a oportunidade
para deixar aos confrades uma mensagem de estímulo, de coragem,
de solidariedade, de amor e paz.
Divaldo recordou que Allan Kardec houvera profetizado que, no futuro,
cada lar seria um verdadeiro centro espírita, onde viver-se-ia
a mensagem pura do Espiritismo Cristão e a simplicidade da fé.
Foi evocado o nascimento de Jesus e o seu retorno ao mundo espiritual.
Com a sua chegada numa manjedoura, ensinou-nos humildade; e despedindo-se
da Terra numa cruz, falou-nos de libertação. A cruz lembraria
um sabre cravado na terra, com a trave horizontal a abraçar toda
a Humanidade e a vertical, apontando o caminho para Deus.
Mencionando as 7 maravilhas da Terra, Divaldo ressaltou que as coisas
materiais e as glórias terrestres são efêmeras e
que o que nos deve importar é a imortalidade. Conforme dito,
o pensamento simples e puro de Jesus segue repercutindo em todos os
séculos no coração da criatura humana; seu templo
era a natureza, seu altar, o coração humano e a sua mensagem
era o amor.
A figura de Francisco de Assis foi lembrada nessa reunião, exaltando-nos
ao Amor puro, à renúncia a nós mesmos, para sermos
fiéis servidores do Cristo de Deus, na vivência do Santo
Evangelho.
Concluindo suas palavras de estímulo e orientação,
Divaldo afirmou que o Espiritismo veio restaurar a mensagem de simpleza,
de naturalidade no cumprimento da Lei Divina, que vivemos dias mui difíceis
e que ninguém está livre de carregar uma cruz na Terra,
mas que cumpre-nos saber enfrentar os desafios da vida com uma resignação
dinâmica, isto é, aceitando as dores que representam os
efeitos de nossos equívocos pretéritos, mas realizando
o trabalho de construção de nosso futuro de plenitude,
na ação pura da caridade, pregando a mensagem santa não
apenas por palavras senão e principalmente pelos exemplos. E
exortou: “Que cada um de nós, à semelhança
de uma semente em solo fértil, germine e transforme-se em 10,
100, ou 1000, para que a fome de amor desapareça do coração
humano.”


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Bratislava, 19 de maio de 2016
Na última quinta-feira, 19, o médium e orador espírita
Divaldo Franco proferiu uma conferência na cidade de Bratislava,
capital da Eslováquia, com o tema “O Caminho Para
a Paz Interior”.
O evento foi realizado na Casa de Cultura Ruinov, com a presença
de mais de mais de 70 pessoas.
Como introdução ao tema, foi narrada a história
contida no livro “A Sinfonia Pastoral”, de autoria do escritor
francês André Gide, que foi inspirada na 6a. Sinfonia de
Ludwig van Beethoven. A obra literária conta a história
de uma menina cega que foi abandonada pela família e descoberta
por um pastor, que adotou-a e educou-a. Anos depois, já vivendo
em Paris, a menina foi submetida a uma cirurgia experimental que lhe
restituiu a visão. Indagada sobre o que gostaria de ver, ela
disse que queria visitar o Bosque de Bologne, para contemplar a Natureza.
Após ver o esplendor das plantas, flores, animais, a harmonia
da Natureza, perguntou ao seu tutor qual a razão de as pessoas
serem tão tristes, se havia tanta beleza no mundo. A resposta:
porque os seres humanos raciocinam, criam para si mesmos muitos conflitos
e, por isso, sofrem e tornam-se infelizes. A menina notara que inclusive
o seu tutor tinha sempre o semblante infeliz. Certa feita, o filho daquele
senhor visitou-os em Paris. Era mais ou menos da mesma idade da menina,
agora já jovem. Desde o primeiro contato entre os jovens, surgiu
um terno encantamento entre eles. O pastor notou que o filho estava
apaixonado pela moça. E isso lhe amargurou, vez que, intimamente,
sentia por ela um carinho e uma atração além da
ternura paternal. Diante desse terrível conflito, enviou uma
carta ao filho, narrando-lhe o drama e dizendo que deixaria o caminho
livre para que ele (o filho) e a moça pudessem vivenciar o amor
entre eles sem nenhuma barreira ou constrangimento. E suicidou-se. O
filho, desesperado pelo conteúdo da carta e o desfecho da situação,
fez um quadro de culpa e, consequentemente, de depressão. Escreveu
à moça, descrevendo o que houvera ocorrido e afirmando
que diante daquilo, nunca poderia ser feliz ao seu lado, embora amasse-a
e desejasse-a. E suicidou-se também. A jovem, em choque, seguiu
sem entender realmente por que as pessoas eram tão infelizes;
e, naquela experiência, por que tanta tragédia, se, afinal,
o que todos sentiam era amor.
Na sequência, foi estudada a proposta do psiquiatra cubano Emilio
Mira y Lopez a respeito do que ele denominou os 4 gigantes da
alma: rotina, ansiedade, medo e amor. Esses elementos, presentes
na vida de quase todos nós, comprometeriam o nosso equilíbrio
integral (físico, psicológico e espiritual), impedindo-nos
de alcançar o estado de paz e felicidade. A falta de metas psicológicas
profundas em nossa existência, de motivação, vivendo-se
para o atendimento de nossos instintos básicos (comer, repousar
e praticar sexo), em permanente estado de ansiedade, sem confiança
em nós mesmos e na providência divina, sem controle de
nossos medos e de nossa libido, comporiam o quadro ideal para a perturbação
íntima.
Segundo Divaldo, deveríamos realizar o esforço para transformar
aqueles 4 gigantes da alma em 4 caminhos alternativos e positivos. Em
vez da rotina, termos uma vida dinâmica, variando nossas atividades,
experimentando novas coisas; em vez de cedermos aos nossos medos, enfrentá-los,
com o uso da audácia, da coragem; substituirmos a ansiedade pela
confiança em nós mesmos e na perfeita justiça divina
e em sua misericórdia, que tudo nos provê; e, por fim,
educar nossa libido, para que vivenciemos o amor mais puro, livre de
conflitos e desequilíbrios perturbadores.
Foi ressaltado que seria fundamental que, em vez apenas reclamarmos
de nossos sofrimentos, tivéssemos a coragem de questionar e reflexionar
acerca das reais causas de nossas dores e dificuldades. O que sou? De
onde venho? Para onde vou após a morte física? O exercício
do autoconhecimento facilitar-nos-ia a identificação da
geratriz de nossos sofrimentos e, portanto, também das formas
como eliminá-los.
Divaldo, então, narrou nova história, propondo uma reflexão
de seu conteúdo com base nos 4 gigantes da alma. Tratava-se de
um lenhador, que vivia à beira de uma densa floresta. Certo dia,
um ancião, sábio, bateu à porta do lenhador, pedindo-lhe
um pouco de alimento, água e que pudesse repousar por alguns
instantes, no que foi atendido. Ao despedir-se do lenhador, disse-lhe:
“Homem, entra na floresta”. O lenhador deu-se conta de que
nunca houvera penetrado o interior da floresta. E resolveu fazê-lo,
descobrindo lá uma reserva de árvores de madeira muito
nobre. Com a extração e venda daquela madeira, tornou-se
rico e mudou-se para a cidade. Anos depois, lembrou-se do ancião
e de sua frase. Nunca mais tinha voltado e entrar na floresta. Decidiu
que agora iria mais dentro da propriedade. Foi quando encontrou importante
mina de cobre. Tornou-se mais rico. Dez anos mais tarde, começou
a ter problemas em suas empresas, certas dificuldades, e buscando respostas
e soluções, pareceu ouvir novamente a admoestação
do sábio: entra na floresta. Achou que, se havia tido sorte das
outras vezes, por que não tentar mais uma vez? Fez um voo de
helicóptero sobre a área, alcançando locais antes
inacessíveis da floresta. Foi identificada uma mina de diamantes,
cuja exploração lhe propiciou resolver os problemas em
suas empresas. Quando atingiu os 60 anos, percebeu que havia ainda mais
problemas, medos, ansiedades; notara que sua vida afetiva não
era saudável, que sob vários aspectos cultivava conflitos,
culpas, tormentos, desequilíbrios. Afinal de contas, como descobrir
a causa desses sofrimentos? Como adquirir a paz real? E ser feliz? Meditou
muito. Ouviu, novamente, na acústica da alma, a voz do velho
sábio: “homem, entra na floresta”. E, finalmente,
compreendeu que não se tratava de uma exploração
na floresta física, mas de uma incursão no seu mundo interior,
na floresta de seus conflitos, de seus medos e tormentos. Descobriu,
assim, que a felicidade não dependia das coisas externas, das
posses materiais, que são efêmeras, que atendiam às
necessidades do ego, mas não preenchiam o vazio interior. Entendeu
que a grande sabedoria é a vitória sobre as próprias
paixões, sobre as más inclinações.
A sabedoria estaria na filosofia socrática que apregoava o desenvolvimento
dos valores do ser, orientação que também faria
parte da proposta psicoterapêutica de Jesus, que afirmara que
o “reino dos céus” estaria dentro de cada um de nós.
O Espiritismo, por sua vez, traria as demonstrações da
imortalidade da alma, para falar-nos de que a nossa meta psicológica
deve ser o viver dentro de padrões morais saudáveis, amando
sempre, sem aguardar sermos amados, superando os nossos conflitos, as
nossas culpas, as nossas más inclinações, para
experimentarmos em nosso mundo íntimo a paz e a felicidade e
garantirmos uma posição melhor no mundo dos Espíritos,
em estado de plenitude.



Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MAIO/24-05-2016.htm
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Viena, 22 de maio de 2016
No último domingo, 22, o médium e orador
espírita Divaldo Franco proferiu um seminário na cidade
de Viena, Áustria, com o tema “O Caminho Para a
Paz Interior: Uma Viagem Terapêutica”.
O evento foi realizado na “Lateinamerika-Institut”, com
a presença de mais de 115 pessoas.
“O grande enigma da criatura humana é ela mesma.”
Esse colocação deu início às reflexões
em torno do tema proposto. A Filosofia, mãe de todas as Ciências,
teria surgido exatamente para colaborar com entendimento sobre o ser.
No entanto, por muitos séculos, ela deparou-se com uma incógnita:
a morte. O que haveria depois desse fenômeno? O pensamento oriental
resolveria a dúvida por meio da revelação espiritual,
enquanto no Ocidente, os pensadores dividiam-se em correntes ideológicas,
entre os materialistas e espiritualistas.
Para a demonstração de nossa natureza imortal e tríplice
(corpo físico, corpo espiritual e Espírito), como seres
que vivemos numa realidade interdimensional, perfeitamente integrados
no todo, Divaldo apresentou o pensamento filosófico e científico
desde o século IV a. C., nas áreas da Química e
da Física, a propósito dos átomos e das propriedades
radiantes da matéria, com Leucipo e Demócrito, passando
por Epicuro, Aristóteles, René Descartes, Isaac Newton,
John Dalton, Sir William Crookes, Eugen Goldstein, Sir Joseph Thomson,
Wilhelm Röntgen, Marie Curie, Peter Higgs, Albert Einstein; e,
ainda, na área da Astrofísica, com V. A. Firsoff e James
Jeans, a respeito do Universo, sua formação, expansão
e contração; também no campo das Neurociências
e da Psicologia, abordando-se o ser profundo, o inconsciente, a realidade
transpessoal.
Esse preâmbulo, com base eminentemente científica e filosófica,
ofereceu a comprovação de que somos, em essência,
uma energia pensante, que vincula-se à matéria, nos seus
diferentes estados, para realizar o seu processo evolutivo, até
a perfeita identificação com a Energia Criadora, denominada
de a Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas,
ou Deus. A experiência física (reencarnação)
ofereceria-nos a possibilidade de superação de nossas
más inclinações e de intelectualização
da matéria, isto é, de sutilização dessa
energia densa por meio de nosso poder mental, de modo que o envoltório
do Espírito permitisse-lhe experiências cada vez mais transcendentes.
No campo da Psicologia, Divaldo apresentou o pensamento de Piotr Ouspenski,
psicólogo russo, sobre os 4 principais níveis de consciência
do ser: consciência de sono, consciência de sonho, consciência
de si e consciência cósmica. As aspirações
de cada um, os seus objetivos de vida, seriam os fatores a determinar
em que nível cada pessoa se encontra. Também foram analisadas
as 5 características essenciais do ser humano, segundo o psiquiatra
e psicólogo cubano Emilio Mira y López: personalidade,
conhecimento, identificação, consciência e individualidade.
De acordo com esse estudo, todos teríamos máscaras (personas)
que utilizamos para a convivência social, que seriam o nosso ego
e que se distinguiriam da nossa realidade profunda, aquilo que somos
na essência (Self). Esse paradoxo entre o ser e o parecer representaria
um dos grandes conflitos existenciais a serem vencidos pelo ser humano.
Seguindo na análise da consciência, foi esclarecido que,
ao atingirmos o nível de consciência de si, a máquina
humana funcionaria executando 7 funções principais: intelectiva,
emocional, instintiva, motora, sexual, emocional superior (moral) e
intelectiva superior ou coletiva. Fácil, portanto, de se depreender
que a educação do Espírito, por meio do desenvolvimento
de hábitos saudáveis e nobres, seria o caminho para se
atingir patamares mais elevados de consciência e, por via de consequência,
a paz interior.
A última característica do ser humano apresentada foi
a individualidade, a qual seria a representação junguiana
do Self, ou seja, do ser espiritual profundo em perfeita identificação
com Deus. Foi explicado que no processo evolutivo biológico,
nosso corpo desenvolveu-se de maneira a oferecer, etapa a etapa, os
recursos e equipamentos necessários para que o Espírito
pudesse manifestar os poderes da mente. Assim é que do cérebro
reptiliano, alcançamos o límbico e, mais recentemente,
o neocórtex, o qual segue em desenvolvimento frontal, a fim de
que as capacidades cerebrais atendam às exigências do Espírito
já mais evoluído, para o uso da intuição.
Seria o período, então, do Homem Noético, controlando,
com o poder mental, todas as energias que compõem o Universo,
derivadas do Fluido Cósmico Universal.
Entretanto, explicou o orador, para que pudéssemos educar os
poderes da mente e avançar em nossa jornada evolutiva, de modo
a alcançar aquela qualificação noética,
seria indispensável vencer o ego, o maior impeditivo ao nosso
progresso. Tomando por base a obra "O Cavaleiro da Armadura Enferrujada",
de autoria de Robert Fisher, foi proposta uma análise junguiana
e espírita da problemática do ego e sua relação
com a origem dos sofrimentos, assim como da necessidade de a criatura
humana alterar a sua conduta moral para melhor, como forma de encontrar
a paz interior.
O enredo do livro descreve a saga de um cavaleiro
que, ao longo de muitos anos, habituou-se a manter-se vestido com sua
armadura de ferro, a qual acabou por se enferrujar. Ele era casado
e tinha um filho, mas o seu relacionamento com a família era
muito distante e difícil. Após uma discussão com
a esposa, aborrecido, decidiu o cavaleiro afastar-se do domicílio
e realizar uma viagem. Nesta viagem, ele passou a ter contato com alguns
outros personagens, com os quais se relacionou e que o ajudaram a refletir
sobre a própria existência. Por fim, o cavaleiro considerou
que deveria retirar a armadura, o que não conseguiu de imediato,
uma vez que ela já se encontrava muito enferrujada. Um dos personagens
disse-lhe que seria necessário atravessar uma determinada trilha,
onde encontraria três castelos: o do silêncio, o do conhecimento
e o da vontade e ousadia. Ser-lhe-ia necessário permanecer um
certo tempo em cada um deles, para se lhes aprender as lições,
a fim de que ele pudesse seguir para o seguinte. Nesse processo, passando
por cada castelo, o cavaleiro foi introjetando os diferentes ensinamentos,
refletindo sobre a própria vida, conhecendo mais de si mesmo,
ao tempo em que ele passou a mudar de pensamentos, de comportamentos,
e , com isso, a armadura, de parte em parte, começou a cair de
seu corpo, até que ele viu-se totalmente liberado dela.
Divaldo esclareceu que a viagem do cavaleiro pela trilha, visitando
cada um daqueles castelos, é bem a viagem de autodescobrimento
e de autoiluminação de todos nós, que trazemos
as nossas máscaras, as personas a que se referia Carl Gustav
Jung.
Recordando a vida e obra de Franz Kafka, marcadas sobretudo pelo extremo
pessimismo, o Existencialismo de Jean Paul Sartre e de Albert Camus,
o orador alertou para os riscos do vazio existencial, que levaria à
depressão e aos problemas dela decorrentes, especialmente o suicídio.
Foi narrada brevemente a estória de Mersault, contida na obra
“O Estrangeiro”, de autoria de Albert Camus. Ali estaria
representado o dilema entre o existencialismo, a pregar o gozo do aqui
e agora, atendendo às exigências do ego, e o espiritualismo,
a falar-nos de uma vida futura, espiritual, sobrevivente à morte
física, e cujo bem-estar resultaria de uma conduta digna, saudável
na Terra.
Na fase final do seminário, Divaldo discorreu sobre a psicologia
de Viktor Frankl, que estabelecera que todos nós deveríamos
estabelecer como meta psicológica de profundidade para a nossa
vida o amor, única capaz de dar um sentido real e superior à
nossa existência, em perfeita concordância com a mensagem
psicoterapêutica de Jesus. Foi, também, analisado o “Decálogo
Logoterapêutico”, de Elizabeth Lukas, discípula do
Dr. Frankl, o qual inicia-se com o item que diz que deveríamos
manter sempre contato com a transcendência, falando, ainda, da
importância de dialogarmos com a nossa consciência, de mantermos
valores nobres, vivenciando o amor, de mantermos os vínculos
familiares, e encerrando o seu roteiro com o item que faz um apelo para
que os indivíduos realizem o esforço para a sua transformação
moral para melhor. Divaldo encerrou a sua dissertação,
afirmando que, com a ajuda desse decálogo, o Self, saído
da armadura do ego, experimentaria a paz e uma doce emoção
tomaria conta de sua vida.



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Mannheim, 24 de maio de 2016
Na última terça-feira, 24, o médium
e orador espírita Divaldo Franco proferiu uma conferência
na cidade de Mannheim, Alemanha, com o tema “Renovação,
Valores Ético-Morais”.
O evento foi realizado na “Trafohaus”, com a presença
de mais de 140 pessoas, e teve tradução consecutiva de
Edith Burkhard.
A conferência foi iniciada com a evocação de um
brado em forma de questionamento, contido no livro “Estes Dias
Tumultuosos”, de autoria de Pierre van Paassen. O jovem convocado
para a guerra, em pleno front, escrevia uma carta a seu pai quando foi
atingido pelos inimigos e morto. Na carta, ficou registrado o seu questionamento
em forma de desabafo: por que temos de matar a quem nem conhecemos?
Por que tenho de matar a outros jovens como eu, que também não
têm culpa pela guerra? Por que assassinar outros seres humanos?
Foi recordado que, de acordo com a teoria da evolução
das espécies e da seleção natural, os mais fortes
e resistentes sobrevivem. No entanto, ao longo da História, os
pensadores teriam sempre buscado encontrar uma ética que os seres
humanos pudessem seguir, a fim de que sociedade funcionasse em regime
de paz e harmonia. Assim, surgiria o primeiro tratado de ética
, elaborado por Aristóteles. Mas antes dele, Moisés, o
grande profeta, já teria elaborado um código com os 10
mandamentos da Lei Divina, de modo a organizar a sociedade em torno
de deveres e normas de conduta. E, mais tarde, Jesus sintetizaria todas
as leis divinas e todos os ensinamentos dos profetas em um único
mandamento, o Amor.
Tais regras de conduta teriam razão de ser em função
de a criatura humana ainda não ter superado as suas paixões,
as suas más inclinações, agindo de modo a gerar
perturbações em si e no meio em que vive.
Conforme explicado, Sigismund Freud estabelecera que o ser humano, em
seu comportamento, transitava entre Eros (o amor-libido) e Tânato
(morte), numa constante busca da realização de um prazer
epicurista. Por sua vez, Carl Gustav Jung, quem melhor mostrou as necessidades
humanas, por meio da teoria dos arquétipos, conciliando as propostas
materialista e espiritualista, teria asseverado ser imperioso à
criatura humana eleger para si uma meta psicológica profunda,
vivendo-a em sua existência, sendo o amor o mais excelente e terapêutico
de todos os objetivos existenciais.
Fácil seria de se concluir que a chave para uma vida harmônica,
plena e feliz, do ponto de vista do indivíduo, mas também
da sociedade, seria a educação do ser, realizada a partir
da formação em si de caracteres positivos, de valores
ético-morais de profundidade. Dentro da concepção
espírita, seria o esforço realizado pelo homem para a
sua transformação moral para melhor, evitando ser arrastado
por suas más inclinações; e, sob a ótica
da Psicologia Junguiana, seria a conciliação entre o ego
e o Self.
Divaldo recordou que Jesus deixara uma regra de ouro como orientação
segura para uma conduta ética: não fazer a outrem aquilo
que não gostaria que lhe fizessem.
Foram apresentados relevantes exemplos de vidas pautadas numa conduta
profundamente ética, a partir de valores morais superiores, como
a do escritor russo Liev Tolstói, que, após ler o texto
dos Evangelhos em grego, portanto, do original, compreendeu que ali
estava contida uma nova ética para a Humanidade, dentro de padrões
divinos, e abdicou de seu título nobiliárquico, escreveu
um livro sobre a mensagem de Jesus e passou a viver de maneira simples,
a fim de melhor alcançar os corações sofridos,
chegando, ainda, a escrever ao czar Nicolau II para lhe advertir dos
abusos cometidos e da necessidade de se viver segundo valores morais
superiores. Mohandas K. Gandhi, depois de ler o livro de Tolstói,
comoveu-se e decidiu realizar algo em favor da Humanidade, dando a sua
vida em holocausto, em prol da liberdade e da pacificação
do mundo. Albert Schweitzer, outro missionário, teria abandonado
a sua confortável vida e a fama para servir aos seus semelhantes
que viviam miseravelmente na África. E Martin Luther King Jr.,
que sofrendo a opressão e a discriminação social,
erguera sua voz para declarar que ele tinha um sonho de liberdade, de
paz, de fraternidade entre as ditas raças, de solidariedade entre
os seres, de amor, compaixão e perdão. Seriam quatro vidas
baseadas na ética do Amor, que elegeram para si, como objetivo
existencial de profundidade, o próprio Amor, libertando-se do
ego para viver a plenitude do Self.
O orador apresentou algumas estatísticas atuais e disse que todo
o avanço científico-tecnológico logrado por nossa
sociedade não evitou os mais de 400 milhões de depressivos
no mundo, hoje, e os suicídios que ocorrem na razão de
1 a cada minuto no planeta, inclusive de jovens e crianças.
Onde, então, poderíamos encontrar uma saída para
esse panorama aterrador? Segundo asseverado, teríamos a instrumentalidade
para resolvermos esses magnos problemas da Humanidade numa doutrina
científica, de consequências filosóficas e baseada
numa ética superior, surgida no século XIX: o Espiritismo.
Demonstrando os seus postulados por meio de provas e da lógica,
a Doutrina Espírita explicaria sobre a imortalidade da alma,
a comunicabilidade dos Espíritos, a reencarnação.
Com isso, teríamos a perfeita compreensão da justiça
divina com relação às aflições humanas;
pela lei de causa e efeito, seríamos os artífices de nosso
destino, criando em nós o equilíbrio ou a perturbação,
a depender de nosso comportamento e de nossos pensamentos, e traríamos
em nós mesmos a solução para os problemas que nos
afligem. A ética do Amor, então, seria, antes de tudo,
uma proposta psicoterapêutica de saúde integral, convidando-nos
a viver em equilíbrio, em plenitude, a partir do exercício
da caridade legítima, descobrindo-se os infortúnios ocultos,
os nossos irmãos “invisíveis” aos olhos da
sociedade, que enfrentam sofrimentos os mais diversos e que aguardam
mãos generosas que lhe possam aliviar as angústias do
coração ou as penúrias da matéria.

Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MAIO/30-05-2016.htm
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Frankfurt, 25 de maio de 2016
Na última quarta-feira, 25, o médium e orador espírita
Divaldo Franco realizou uma conferência na cidade de Frankfurt
am Main, Alemanha, com o tema “Cura e Autocura”.
O evento foi realizado na “DJH Jugendherberge Frankfurt”,
com a presença de mais de 190 pessoas.
A dissertação foi iniciada com a evocação
do pensamento de Protágoras, filósofo do século
V a.C., que afirmara que “o homem é a medida de todas as
coisas”, estabelecendo, assim, o princípio da relatividade
da observação da realidade pelos seres humanos. Nesse
mesmo sentido, 23 séculos depois do filósofo grego, Immanuel
Kant falaria que a percepção da realidade varia de acordo
com o estado mental de cada observador e de seus conteúdos interiores.
Por isso, cada indivíduo teria uma relação muito
particular com a realidade, percebendo os fenômenos exteriores
e com eles interagindo de maneiras variadas. A Psicologia moderna, então,
concluiria que somos o resultado de nossas emoções.
Essa introdução seria para esclarecer-nos que os estados
de saúde e de doença e os processos de cura e autocura
dependem diretamente de como percebemos a realidade (interna e exterior)
e com ela interagimos.
Foi citado um trecho da mensagem “A Paciência”, do
capítulo 9 de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”,
de Allan Kardec, que diz que “a dor é uma bênção
que Deus envia aos seus eleitos”. A colocação, conquanto
aparentemente estranha, adquire um sentido profundo, positivo e lógico
à luz da reencarnação. Reconhecendo que já
passamos por diversas experiências corpóreas e que cometemos
equívocos que geraram-nos desarmonias psicológicas e energéticas,
ficaria fácil compreender as aflições atuais como
efeitos de nossos atos negativos do passado. Na atual reencarnação,
teríamos a oportunidade de expungir as desarmonias espirituais
e energéticas, reajustando as nossas emoções e
eliminando as nossas culpas. A dor, dessarte, seria uma bênção
na medida em que representaria a misericórdia de Deus a facultar-nos
a chance de recomeço a nós outros que somos equivocados
reincidentes.
O estado natural da criatura humana seria o de saúde, de equilíbrio.
Mas, por causa de nosso raciocínio ainda mal orientado, de nossas
emoções inferiores e do extravasar de nossas paixões,
optando por prazeres negativos, resultado do ego, geraríamos
em nós estados de desarmonia, de desequilíbrio.
A divindade teria criado um código de leis naturais perfeitas
a manter o equilíbrio universal. Toda vez que infringimos essas
leis, quebramos a harmonia e estabelecemos em nós o desequilíbrio,
resultando no estado de doença.
A recuperação desse estado, conforme explicado, poderia
ser facilmente alcançada por meio do exercício do Amor.
Os resgastes de nossos atos infelizes não precisariam ser, necessariamente,
pelo sofrimento. Jesus afirmaria que “o amor cobre a multidão
de pecados”, deixando claro que a cura de nossos desequilíbrios
e patologias pode ser obtida pelo amor, evitando-se o prolongamento
de nossas dores. A Lei de Amor seria a base de toda a proposta filosófica
e psicoterapêutica do Evangelho de Jesus.
Ainda sobre o amor, ele fora apresentado como a força mais poderosa
do Universo. Albert Einstein teria assim afirmado, em uma carta à
sua filha, dizendo-lhe que o amor seria uma força muitíssimo
mais poderosa que a gravidade, o eletromagnetismo, a força quântica
forte e a força quântica fraca.
Divaldo discorreu sobre a abordagem a respeito da saúde feita
pelo médico cirurgião e cancerologista estadunidense Dr.
Bernie Siegel, que teria asseverado que deveríamos desenvolver
4 tipos de fé como base para a nossa saúde: a fé
em Deus, no médico, no tratamento e em si mesmo. Nessa mesma
linha de pensamento, a respeito da cura e autocura pelo poder da mente
e equilíbrio de nossas emoções, a Organização
Mundial de Saúde teria proposto que cada indivíduo fosse
o seu próprio médico e que sempre consultasse a própria
consciência, para a eliminação de más inclinações
e culpas e melhor condução de sua vida.
Foi apresentadas, também, as experiências e descobertas
dos neurocientistas Dr. Michael Persinger e Vilayanur Ramachandran.
A partir de imagens obtidas com tomografias com emissão de pósitrons,
verificou-se que determinada região do cérebro humano
produziria uma reação luminescente toda vez que a pessoa
ouvia o nome de Deus, em qualquer idioma, sob qualquer designação.
Essa área cerebral teria sido chamada de “o ponto de Deus”,
demonstrando que somos seres que trazemos a divindade em nós,
conforme afirmado por Jesus e confirmado pela Doutrina Espírita.
A partir dessa descoberta, a Dra. Danah Zohar, física, iniciou
estudos nesse campo e concluiu que o ser humano teria um terceiro tipo
de inteligência, muito mais importante do que a intelectual e
a emocional. Seria a inteligência espiritual, que diria respeito
à forma como o indivíduo conecta-se com a transcendência
e a sua realidade profunda (espiritual).
Na conclusão das reflexões acerca do binômio saúde-doença
e da cura e autocura, Divaldo afirmou que temos de ter a consciência
de que somos Espíritos imortais, construtores de nossa saúde
ou do estado patológico em nós, mediante as ações,
os pensamentos e as emoções que cultivamos, em perfeita
obediência à lei de ação e reação.
Dessa forma, seria ideal que procurássemos sorrir mais, fazer
mais o bem, amar mais, sendo gentis e gratos, e , fazendo a viagem interior,
eliminássemos os nossos conflitos, procurando superar as nossas
más inclinações, tornando a nossa existência
numa permanente primavera de amor, paz, esperança e sonhos.
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Stuttgart, 26 de maio de 2016
Na quinta-feira passada, 26, o médium e orador espírita
Divaldo Franco realizou uma conferência na cidade de Stuttgart,
Alemanha, com o tema “Violência e Paz”,
que foi traduzida ao alemão pela intérprete Edith Burkhard.
O evento foi realizado na sede do “Gruppe SEELE” e contou
com a presença de mais de 150 pessoas.
A abordagem do tema teve como ponto de partida as reflexões convergentes
dos filósofos Protágoras, do século V a.C., e Immanuel
Kant, do século XVIII. O primeiro afirmara que “o homem
é a medida de todas as coisas”. O foco do processo cognitivo
passava do objeto observado para o observador, o ser humano. A compreensão
da realidade seria algo variável, de acordo com a capacidade
de cada observador. Kant concordaria, nesse sentido, afirmando que a
percepção da realidade variaria de acordo com o estado
mental de cada observador e de seus conteúdos interiores.
Numa percepção mais ampla e profunda da realidade, poder-se-ia
dizer que a violência não seriam apenas os atos de agressividade,
mas também toda e qualquer infringência às leis
divinas ou naturais. Ao violá-las, a pessoa criaria um estado
de desarmonia em si, maculando o seu equilíbrio, a sua paz e
a sua saúde, e irradiando essas perturbações ao
ambiente onde vive.
Foi recordado que no ano 2000, a UNESCO realizou o "Manifesto 2000".
Aquela organização internacional elaborou um estudo profundo
com especialistas a respeito de como poderia ser alcançada a
paz no mundo. A conclusão foi a de que esse desiderato poderia
ser conquistado sem grandes dificuldades, desde que os governos de todas
as nações comprometessem-se a seguir os itens incluídos
no manifesto. Curiosamente, todos os seus itens, de alguma forma, derivavam
de ensinamentos ou recomendações das diversas religiões
do planeta, versando sobre a ternura, a afetividade, o amor, a compreensão,
a tolerância. Os seis itens seriam: preservar a paz, onde quer
que ela se encontre; rejeitar a violência; ser generoso e tolerante;
procurar ouvir para compreender; respeitar a natureza; e, finalmente,
redescobrir a solidariedade. Divaldo recordou também que no mesmo
ano 2000, na cidade de Nova Iorque, nos EUA, foi realizado o Primeiro
Encontro Mundial de Líderes Religiosos, promovido pela Organização
das Nações Unidas.
Divaldo asseverou que, fazendo-se uma radiografia das guerras, constatar-se-ia
que ao longo da História a maior parte delas no mundo foi promovida
pelas religiões. Mas, acrescentou, além das guerras externas,
haveria as guerras interiores, quase que permanente na maioria dos seres
humanos, e decorrentes dos conflitos íntimos pela falta de conexão
do ego com o Self.
Essa fusão entre o ego e o Self seria realizada pelo Amor. O
antídoto para a violência, então, seria amar; amar
inclusive os que nos fazem o mal, de maneira a diluir o ódio
com aquele sentimento que é de não-violência. A
História oferecer-nos-ia exemplos notáveis de seres humanos
que conseguiram neutralizar o ódio de milhares de criaturas pela
força do amor, como Martin Luther King Jr., Nelson Mandela, Mohandas
K. Gandhi.
Divaldo esclareceu que a violência deve ser entendida também
como toda ação nossa que é negativa para o próximo.
E afirmou, ainda, que a nossa paz depende de uma ação
efetiva de nossa parte. Não basta evitar a violência. Temos
de agir, positivamente, com comportamentos de não-violência.
Essa ação de não-violência geraria um ambiente
social de paz. Isso significa que, para conseguirmos agir como pacificadores,
esparzindo a energia da paz pelo mundo, teríamos, antes, de estarmos
interiormente pacificados.
E quais seriam os recursos necessários para atingirmos a paz
interior? O Espiritismo, conforme assertiva, dar-nos-ia tudo o que pode
tornar-nos plenos e pacificados. Com os seus postulados da imortalidade
da alma, da reencarnação, da comunicabilidade dos Espíritos,
da reencarnação, e o código de ética que
se constitui a mensagem psicoterapêutica do Evangelho de Jesus,
qualquer indivíduo poderia realizar a viagem interior do autodescobrimento
e da autoiluminação, para a superação das
más inclinações, a solução dos conflitos
íntimos e a conquista da plenitude.
Como mensagem final, Divaldo ressaltou que mesmo quando sintamos que
perdemos quase tudo, devemos manter a esperança, que sempre sustenta-nos
na vida, e cultivar sonhos que nos impulsionem a seguir adiante, amando
e perdoando sempre, aos nossos irmãos e a nós mesmos.
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