28/02/2012
por Eliana Haddad
Apaixonado pelas pesquisas sobre a alma e a reencarnação,
Herminio Miranda escreveu um novo livro, reunindo em poucas páginas
sua intensa vivência e experiência em reuniões mediúnicas
e em regressão de memória. Integrando a série “Começar”,
da editora Correio Fraterno, o lançamento O que é fenômeno
anímico traz descrições de emocionantes histórias
de vida, das quais o autor faz suas deduções, apoiado
na ciência espírita, sobre a emancipação
e a comunicação da alma.

Diz Herminio que não se trata de uma obra que traga muitas respostas
para tantas observações, mas de páginas que levantam
véus sobre a vida anímica. São observações
oportunas que levam o a reflexões sobre o aprofundamento de questões
muitas vezes abordadas superficialmente de forma exaustiva, mas poucas
vezes analisadas de forma tão agradável, num texto envolvente
e com o aval de vasta experiência.
Analisa Herminio Miranda, por exemplo, em um dos trechos da obra - “Escritor
de si mesmo” – o fenômeno anímico no trabalho
de criação.
Diz o autor:
O escritor trabalha como psicólogo de si mesmo, dado que por
trás dos mecanismos anímicos funciona seu espírito,
situado em dimensão à qual nem sempre consciente tem acesso.
Isto porque o trabalho intelectual mais ambicioso exige um estado e
concentração adequado, como, aliás, o exercício
da mediunidade. Ou seja, certo grau de alheamento não muito fácil
de alcançar na intensidade adequada. A concentração
começa por um difícil exercício da vontade em fazer
calar a tagarelice do consciente, que é essencialmente verbal.
Por isso é mais fácil acessar o inconsciente pelo mecanismo
do sonho que nos passa sua mensagem em imagens. O escritor em particular
e o artista em geral conseguem – mas nem sempre – alcançar
essa espécie de transe que possibilita a ocorrência do
fenômeno. Em outras palavras, é preciso “esvaziar”
o consciente para que o inconsciente encontre espaço para se
comunicar.
O livro, com 176 páginas, tem o médium, escritor e pesquisador
Pedro Camilo como prefaciador da obra, que enaltece a figura de Herminio
Miranda como “um homem extremamente simples”. Recomenda
então ao leitor que, ao apreciar a obra, não se engane
com sua extensão, com sua abordagem direta e objetiva. “A
brevidade é atributo dos simples, a simplicidade é característica
dos sábios e a verdadeira sabedoria é irmã da humildade!”,
escreve.
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