10/04/2011
O"Jornal da Manhã", de Uberaba,
publicou
texto de Helena Cunha sobre o desencarne de Elias Barbosa.
Helena Cunha
JM Online
A cidade de Uberaba perdeu um grande homem, o médico
psiquiatra e escritor Elias Barbosa, mas seus ensinamentos e exemplos
ficarão na memória daqueles que tiveram a oportunidade
de conviver com ele. Seu legado ficará gravado através
de livros, artigos e trabalhos realizados à comunidade espírita
de todo o país.
Elias Barbosa nasceu em Monte Carmelo, Minas Gerais,
em 12 de julho de 1934, e foi registrado como se tivesse nascido no
dia 4 de agosto do mesmo ano. Casado durante 47 anos com Cândida
Flávia, teve cinco filhos, Eliana, Ricardo, Luciana, Cláudio
e Renato, oito netos e dois bisnetos, Elias foi exemplo de homem, marido,
pai e avô. “Só tenho elogios a ele. Foi marido exemplar
e pai amoroso. Um grande companheiro para todas as horas. Foi uma pessoa
íntegra em todos os sentidos, sempre ajudando a família
e amigos. Era muito generoso”, destaca a esposa.
Muito conhecido por seu trabalho no Espiritismo, desde os oito anos
de idade já se interessava em frequentar o centro espírita
semanalmente. Desde que aprendeu a ler, Elias Barbosa interessou-se
pelos livros espíritas, e aos 15 anos de idade já havia
lido todos os cinco livros básicos de Allan Kardec. Ingressou
na Faculdade de Medicina em 1957 e formou-se em 1962. Sendo professor
de Farmacologia e Terapêutica Experimental, na Faculdade de Medicina
do Triângulo Mineiro (FMTM), e, em 1969, começou a trabalhar
no Sanatório Espírita de Uberaba como médico assistente,
especializando-se, a partir daí, em psiquiatria, onde atuou por
mais de três décadas.
Foi amigo por mais de 50 anos de Chico Xavier, conhecendo-o pessoalmente
em abril de 1955, em Pedro Leopoldo. A partir de janeiro de 1959, quando
o médium chegou a Uberaba, Elias Barbosa passou a trabalhar com
ele nas tarefas de desobsessão, nas sessões públicas
e organizando livros em parceria com ele, reunindo mensagens recebidas
mediunicamente, que circulam até hoje pelo país, entre
eles: Enxugando Lágrimas, Entre Duas Vidas, Claramente Vivos,
Irmã Vera Cruz, Gabriel e outros, inclusive dois que contam a
vida do médium, Presença de Chico Xavier e No Mundo de
Chico Xavier.
Ao longo de todos estes anos ele atuou também como articulista
em várias revistas e jornais, inclusive no Jornal da Manhã.
Um dos compromissos do escritor espírita foi doar os direitos
autorais de todos os seus livros publicados, em definitivo, para as
editoras que os vêm editando todos estes anos.
Segundo a vice-presidente da Aliança Municipal Espírita
(AME), Sônia Barsante, Elias Barbosa foi um grande espírita,
que deixou exemplos de um homem de bem. Realizou trabalhos voluntários
em centros espíritas como médico e espírita, atendendo
as pessoas sempre com boa vontade, ressalta Barsante.
“Ele engrandeceu a cidade de Uberaba, deixando marca muito
grande com seus ensinamentos e exemplos de homem espírita-cristão.
Ele não morreu, apenas mudou de morada.”
Fonte: http://jmonline.com.br/novo/?noticias,2,CIDADE,43401
O website da Federação Espírita
Brasileira - FEB - também trouxe pequeno texto sobre Elias Barbosa:
Desencarnou Elias Barbosa
Elias Barbosa, dirigente da Comunhão Espírita Cristã,
médico e professor da Faculdade de Medicina de Uberaba, desencarnou
no dia 31 de março aos 76 anos de idade. Foi colaborador direto
de Chico Xavier, que conheceu em 1955, em Pedro Leopoldo. Chico Xavier
passou a visitar a terra natal de Elias Barbosa - Monte Carmelo (1956
a 1959), recebendo mensagens mediúnicas na residência da
mãe de Elias, D. Myrthes Barbosa.
A partir de janeiro de 1959, quando Chico Xavier mudou-se para Uberaba,
Elias passou a trabalhar com ele, nas tarefas de desobsessão,
sessões públicas e organizando livros em parceria: Enxugando
Lágrimas, Entre Duas Vidas, Claramente Vivos, Irmã Vera
Cruz, Gabriel, e outros. Escreveu sobre a vida do médium: Presença
de Chico Xavier e No Mundo de Chico Xavier.
Organizador de: Antologia dos Imortais (FEB, 1963), Trovadores do Além
(FEB, 1965) e O Espírito de Cornélio Pires (FEB, 1965).
Em Anuário Espírita (IDE), sempre analisou a obras de
Chico Xavier. É um dos entrevistados no livro Depoimentos sobre
Chico Xavier (FEB, 2010) e em Reformador (dezembro de 2010).Compareceu
à palestra do presidente da FEB Nestor João Masotti, no
encerramento das comemorações do Centenário de
Chico Xavier em Uberaba, na Comunhão Espírita Cristã,
em novembro de 2010.

Fonte: http://www.febnet.org.br/site/noticias.php?CodNoticia=777
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