Quando você erra
Quando você erra, você assume?
Depois de teimar sobre algum assunto, se você descobre que estava
equivocado, você se retrata? Ou você finge que continua
com a mesma opinião?
Você quer sempre ter razão?
Você sente necessidade de demonstrar que sabe muito de todos os
assuntos? Que está sempre muito bem informado? Sente que precisa
ser o sabe-tudo?
Você é capaz de se desculpar?
Você é capaz de se manter um bom tempo somente ouvindo
ou você “ouve” o outro enquanto fica pensando no que
vai falar em seguida?
Como anda o seu orgulho? Ele se fantasia de dignidade, mas, na verdade,
ele é um péssimo conselheiro: acaba, muitas vezes, com
a confiança, com o respeito, afasta amigos, relacionamentos.
Não ouça o orgulho que lhe instiga a se colocar no pedestal
do “correto”, do que não erra, do que sempre sabe
o que fazer, do que sempre tem razão.
Ouça mais, reflita, saia das respostas prontas, se abra para
outros pontos de vista, esteja sempre pronto a aprender. O orgulho nos
cega, nos aprisiona nas nossas “verdades”, nos torna inflexíveis,
fecha caminhos de entendimento e oportunidades, nos isola.
O orgulho leva ao pensamento que nada, nem ninguém é bom
o suficiente. E cria o vazio, a solidão, afasta as pessoas queridas
porque é viciado em julgar.
Acorde hoje para você. Orgulho não faz parte da sua essência
espiritual.
Não tenha vergonha de voltar atrás, de dizer que se arrependeu,
de se desculpar, de rever. O orgulho diz que você se diminui quando
faz isso, mas bem lá dentro do peito, você vai sentir que
a paz de não ter que parecer o fortão, o sabichão,
é que vale a pena ser vivida.
Seja simples, seja si mesmo, com todas as suas forças e todas
suas fragilidades. Seu verdadeiro eu é o seu melhor, sempre.
Autor Desconhecido
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