14º Encontro Nacional
da Liga de Pesquisadores do Espiritismo -
A décima quarta edição
do ENLIHPE – 14º ENLIHPE - ocorreu no ano de 2018,
no auditório principal da Sede Federativa da UEM (União
Espírita Mineira), situada na Av. Olegário Maciel,
em frente ao Diamond Mall – e teve como tema central “Sobrevivência
da alma” trazendo pesquisas e abordagens de temas que lhe
são correlatos. Foram apresentados 13 trabalhos: conferências,
palestras, alguns estudos, e uma mesa que tratou de uma importante
obra espírita: “A Gênese“
Julia Nezu: A relação
entre a LIHPE e o CCDPE-ECM
Julia Nezu (Presidente
do CCDPE-ECM), analisou a “A
relação entre a LIHPE e o CCDPE-ECM“.
Ambas as instituições nasceram juntas, sendo uma
delas virtual e outra jurídica, com CNPJ. Tudo começou
na USE/SP, dentro de uma Assessoria Pró-Memória
(Criada em 1997), quando foi convidado Eduardo Carvalho Monteiro,
pra executar este projeto. O outro passo foi destacar o projeto
de Eduardo Carvalho Monteiro, o que aconteceu posteriormente,
em 2005 (após diversas reuniões e discussões),
porque a USE/SP não dispunha de espaço para administrar
o acervo que estava sendo acumulado. O CCDPE-ECM nasceu como uma
filha da USE/SP, e participam como família
no Movimento Espírita. Juntamente com isso, nasceu, pelas
mãos do Eduardo Carvalho Monteiro, outro projeto –
a LIHPE – que nasceu virtualmente através de um cadastro
de e-mails (1997). Em 1999, iniciaram as tratativas sobre o nascimento
da LIHPE, dentro do 1º Encontro em Goiania-GO.
Em 2002, houve o nascimento do primeiro trabalho da LIHPE
– o Anuário Histórico”. Foi formalizado
o nascimento da LIHPE em 2003 dentro do 14º
Congresso Estadual da USE/SP. Eduardo Carvalho Monteiro dispunha
de um acervo de mais de 25 mil obras, e outros 5 mil documentos
e hemeroteca. Quando do falecimento do Eduardo Carvalho Monteiro,
a LIHPE já possuía vida própria
e independente. A biografia do fundador tanto da LIHPE
e do CCDPE-ECM, traz muitas informações.
Julia Nezu também apresentou a importância
para nascimento de outros 2 Centros de Memória: um no Amazonas
(Samuel Magalhães) e outro
e Fortaleza (Kemp).
A palestrante ainda comentou sobre os EnLIHPEs e seus logotipos,
assim como a respeito das obras (livros) que foram publicados
em nome do Eduardo Carvalho Monteiro e da LIHPE.