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Resumo
Espiritismo e umbanda têm mais
pontos em comum do que contrários, se consideramos que a hierofania
da revelação da umbanda se dá no contexto interno
de uma sessão de trabalho espírita. Se, ao mesmo tempo
em que os espíritas não aceitavam entidades como pretos-velhos
em suas sessões, a manifestação de uma delas no
seu contexto de trabalho, acontecendo pelo fenômeno da incorporação
inconsciente, no mesmo mediunismo suas propostas de trabalho e discursos
são diferentes. O objetivo deste trabalho é evidenciar
que existem mais pontos em comuns entre espiritismo e umbanda do que
pontos divergentes: a essência do mediunismo é a mesma,
diferenciando em ritos e discursos. Enquanto o espiritismo se apresenta
como uma doutrina que possui uma filosofia e se fundamente na ciência
positiva vigente, a umbanda, na sua revelação, se apresenta
enquanto culto, também com uma filosofia, e ambas se distanciam
das religiões estabelecidas, indo na direção do
fenômeno do espírito e do mediunismo, tendo como orientação
maior Jesus, o Cristo. A fundamentação deste trabalho
se baseia na análise dos contextos de formação
ou revelação destas doutrinas, o científico, relacionado
ao espiritismo e o simbólico, à umbanda.
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Fonte:
Revista "FRAGMENTOS DE CULTURA" - Vol. 24, No 4 (2014)
| Pontifícia Universidade Católica de Goiás | Instituto
de Filosofia e Teologia | Sociedade Goiana de Cultura |ISSN 1983-7828
http://seer.ucg.br/index.php/fragmentos/article/view/3347
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