O Livro dos Médiuns, cap. XVII
obra codificada por Allan Kardec
Desenvolvimento da mediunidade
Mudança de caligrafia
Perda e suspensão da mediunidade
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Desenvolvimento da mediunidade
200. Ocupar-nos-emos aqui, especialmente, com
os médiuns escreventes, por ser o gênero de mediunidade
mais espalhado e, além disso, porque é, ao mesmo tempo,
o mais simples, o mais cômodo, o que dá resultados mais
satisfatórios e completos. E também o que toda gente ambiciona
possuir. Infelizmente, até hoje, por nenhum diagnóstico
se pode inferir, ainda que aproximadamente, que alguém possua
essa faculdade. Os sinais físicos, em os quais algumas pessoas
julgam ver indícios, nada têm de infalíveis. Ela
se manifesta nas crianças e nos velhos, em homens e mulheres,
quaisquer que sejam o temperamento, o estado de saúde, o grau
de desenvolvimento intelectual e moral. Só existe um meio de
se lhe comprovar a existência. É experimentar.
Pode obter-se a escrita, como já vimos, com o auxílio
das cestas e pranchetas, ou, diretamente, com a mão. Sendo o
mais fácil e, pode dizer-se, o único empregado hoje, este
último modo é o que recomendamos à preferência
de todos. O processo é dos mais simples: consiste unicamente
em a pessoa tomar de um lápis e de papel e colocar-se na posição
de quem escreve, sem qualquer outro preparativo. Entretanto, para que
alcance bom êxito, muitas recomendações se fazem
indispensáveis.
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