Resumo
A intenção deste texto é socializar
algumas observações feitas nestes últimos dez
anos a respeito da utilização que indivíduos,
grupos e instituições têm feito da Internet
para tornar públicas no Brasil suas crenças e traços
identitários religiosos. Com isso, pretende-se contribuir
para a compreensão do, até certo ponto, recente “mercado
religioso brasileiro”, observando mais atentamente o impacto
dessa nova mídia neste processo. Outrossim, buscar-se-á
verificar até que ponto a noção de “mercado
religioso” proposta por autores como Rodney Stark, William
Sims Bainbridge, Laurence Iannaccone e Roger Finke, se mostra útil
à prospecção de elementos analíticos
interessantes para a compreensão da utilização
que indivíduos e grupos fazem da Internet.
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Airton Luiz Jungblut
Professor e pesquisador junto ao Programa
de Pós-Graduação em Ciências Sociais
da PUC-RS