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Prefácio de Gabriel Delanne
(trecho)
Em poucos anos de trabalhos experimentais,
o Barão obteve um número considerável de escrita
direta, algumas obtidas sem o auxílio de
lápis, papel ou ardósia. Os próprios espíritos
comunicantes transportavam o material necessário para a obtenção
das mensagens.
- “Esses fenômenos”, diz ele “estão
agora firmados sobre a base sólida dos fatos, permitindo que
de ora em diante consideremos a imortalidade da alma como um fato
científico, e o Espiritismo como uma ponte lançada entre
este mundo e o Invisível.”
Escrita Direta
O Barão de Guldenstubbé foi o primeiro que obteve, na
França, a escrita direta. Eis como ele relata o fato (“La
Réalité des Esprits”, págs.
66 e 67):
“Em um belo dia (1 de Agosto de 1856), veio-lhe o pensamento
de experimentar se os Espíritos podiam escrever diretamente,
sem o auxílio
de um médium. Conhecendo a escrita direta misteriosa do Decálogo,
segundo Moisés, a escrita igualmente direta e misteriosa na
sala do festim do Rei Baltasar, segundo Daniel, e tendo ouvido falar
dos mistérios modernos de Straford, na América, onde
se acharam certos caracteres ilegíveis e estranhos traçados
num pedaço de papel e que não pareciam provir dos médiuns;
o autor quis certificar-se da realidade de um fenômeno cujo
alcance seria imenso, se fosse verdadeiro.
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30 FIGURAS DA ESCRITA DIRETA DOS ESPÍRITOS
(PNEUMATOGRAFIA)
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