Paulo da Silva Neto Sobrinho

>    Somente Espíritos Superiores trazem-nos novas instruções?

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Paulo da Silva Neto Sobrinho
>     Somente Espíritos Superiores trazem-nos novas instruções?

 

Temos visto alguns companheiros tomarem as obras de Kardec como se, por elas, a Doutrina Espírita estivesse pronta e acabada, enquanto outros acham que pode, sim, haver novas instruções; porém, advogam que essas só poderiam vir de Espíritos Superiores, entendidos os da segunda classe da Escala Espírita. A nosso ver, ambos os grupos laboram em erro, sem que tenhamos a intenção de denegrir ou desdenhar ninguém, até mesmo porque comungávamos com as ideias do segundo grupo.

Sobre a Doutrina Espírita estar ponta e acabada, relembramos o que já apontamos alhures, baseando-nos nas considerações do próprio Codificador:

Mas, dir-se-á, ao lado destes fatos [referindo-se às manifestações espíritas] tendes uma teoria, uma doutrina; quem vos diz que essa teoria não sofrerá variações; que a de hoje será a mesma em alguns anos?

Sem dúvida, ela pode sofrer modificações em seus detalhes, em consequência de novas observações. Mas estando o princípio doravante adquirido, não pode variar e ainda menos ser anulado; aí está o essencial. Desde Copérnico e Galileu, calculou-se melhor o movimento da Terra e dos astros, mas o fato do movimento permaneceu com o princípio.
KARDEC, 2000c, p. 40, grifo nosso.

[…] As lacunas que a teoria atual pode ainda encerrar se encherão do mesmo modo. O Espiritismo está longe de ter dito a última palavra, quanto às suas consequências, mas é inabalável em sua base, porque esta base se assenta sobre os fatos.
KARDEC, 2000c, p. 41, grifo nosso.

O Livro dos Espíritos não é um tratado completo do Espiritismo; não faz senão colocar-lhe as bases e os pontos fundamentais, que devem se desenvolver sucessivamente pelo estudo e pela observação.
KARDEC, 1993j, p. 223, grifo nosso.

Se bem que o Espiritismo não haja dito ainda a sua última palavra sobre todos os pontos, ele se aproxima de seu complemento, e o momento não está longe em que lhe será necessário dar uma base forte e durável, suscetível, no entanto, de receber todos os desenvolvimentos que as circunstâncias ulteriores comportarem, e dando toda segurança àqueles que se perguntam quem lhe tomará as rédeas depois de nós.
KARDEC, 1993j, p. 370, grifo nosso.

O programa da Doutrina não será, pois, invariável senão sobre os princípios passados ao estado de verdades constatadas; para os outros, ela não os admitirá, como sempre o fez, senão a título de hipóteses até a confirmação. Se lhe for demonstrado que ela está no erro sobre um ponto, ela se modificará sobre esse ponto.
KARDEC, 1993j, p. 377, grifo nosso.

Além disso, convém notar que em parte alguma o ensino espírita foi dado integralmente; ele diz respeito a tão grande número de observações, a assuntos tão diferentes, exigindo conhecimentos e aptidões mediúnicas especiais, que impossível era acharem-se reunidas num mesmo ponto todas as condições necessárias. […].

A revelação faz-se assim parcialmente em diversos lugares e por uma multidão de intermediários e é dessa maneira que prossegue ainda, pois que nem tudo foi revelado.
KARDEC, 2007e, p. 49, grifo nosso.
[…] Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrarem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificará nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará.
KARDEC, 2007e, p. 54, grifo nosso.

Portanto, por essas considerações de Kardec, fica bem claro que o Espiritismo não é uma Doutrina pronta e acabada e nem tão pouco fechada como alguns confrades pensam.

Do capítulo I – Caráter da Revelação Espírita de A Gênese, merecem destaque, para esse nosso estudo, estes dois trechos, os quais também já os mencionamos em outro artigo:[…] a doutrina não foi ditada completa, nem imposta à crença cega; porque é deduzida, pelo trabalho do homem, da observação dos fatos que os Espíritos lhe põem sob os olhos e das instruções que lhe dão, instruções que ele estuda, comenta, compara, a fim de tirar ele próprio as ilações e aplicações. […].
KARDEC, 2007e, p. 28, grifo nosso.

15. – Citemos um exemplo. Passa-se no mundo dos Espíritos um fato muito singular, de que seguramente ninguém houvera suspeitado: o de haver Espíritos que se não consideram mortos. Pois bem, os Espíritos superiores, que conhecem perfeitamente esse fato, não vieram dizer antecipadamente: "Há Espíritos que julgam viver ainda a vida terrestre, que conservam seus gostos, costumes e instintos." Provocaram a manifestação de Espíritos desta categoria para que os observássemos. Tendo-se visto Espíritos incertos quanto ao seu estado, ou afirmando ainda serem deste mundo, julgando-se aplicados às suas ocupações ordinárias, deduziu-se a regra. A multiplicidade de fatos análogos demonstrou que o caso não era excepcional, que constituía uma das fases da vida espírita; pode-se então estudar todas as variedades e as causas de tão singular ilusão, reconhecer que tal situação é sobretudo própria de Espíritos pouco adiantados moralmente e peculiar a certos gêneros de morte; que é temporária, podendo, todavia, durar semanas, meses e anos. Foi assim que a teoria nasceu da observação. O mesmo se deu com relação a todos os outros princípios da doutrina.
KARDEC, 2007e, p. 29, grifo nosso.

Observamos que, por essas transcrições, se confirma que a Doutrina não veio pronta, o que muito bem poderiam trazê-la os Espíritos Superiores, mas, ao invés disso, eles nos colocaram diante dos fenômenos espirituais – os de efeitos inteligentes e os de efeitos físicos – para que, deles, nós deduzíssemos os ensinamentos e suas causas. Evidencia-se, também, a participação efetiva de Espíritos de outras ordens que não a dos Superiores. Ademais, ainda podemos relembrar algo que S. Vicente de Paulo disse, num outro contexto, mas que vem a calhar, pois torna essa questão de superior um pouco relativa: "Jamais vos esqueçais de que o Espírito, seja qual for o seu grau de adiantamento e a sua situação, como reencarnado ou na erraticidade, está sempre colocado entre um superior, que o guia e aperfeiçoa, e um inferior, perante o qual tem os mesmos deveres a cumprir." KARDEC, s/d, p. 502-503, grifo nosso.

Em Obras Póstumas, veremos novamente essa participação, no caso, de Kardec no processo de elaboração do corpo doutrinário:

Foi nessas reuniões que comecei os meus estudos sérios de Espiritismo, menos, ainda, por meio de revelações, do que de observações. Apliquei a essa nova ciência, como o fizera até então, o método experimental; nunca elaborei teorias preconcebidas; observava cuidadosamente, comparava, deduzia consequências; dos efeitos procurava remontar às causas, por dedução e pelo encadeamento lógico dos fatos, não admitindo por válida uma explicação, senão quando resolvia todas as dificuldades da questão. Foi assim que procedi sempre em meus trabalhos anteriores, desde a idade de 15 a 16 anos. […].
KARDEC, 2006a, p. 299, grifo nosso.

Nada de graça, muito menos teria "caído de paraquedas"; tudo foi fruto de dedicação e suor humano; aliás, sabe-se que Kardec comprometeu sua saúde de tanto trabalhar.

Pensar que somente os Espíritos Superiores é que nos trazem instruções, parece-nos que é não levar em conta essas observações de Kardec:

58. – Mas, nem só os Espíritos superiores se manifestam; fazem-no igualmente os de todas as categorias e preciso era que assim acontecesse, para nos iniciarmos no que respeita ao verdadeiro caráter do mundo espiritual, apresentando-se-nos este por todas as suas faces. Daí resulta serem mais íntimas as relações entre o mundo visível e o mundo invisível e mais evidente a conexidade entre os dois. Vemos assim mais claramente donde procedemos e para onde iremos. Esse o objeto essencial das manifestações. Todos os Espíritos, pois, qualquer que seja o grau de elevação em que se encontrem, alguma coisa nos ensinam; cabe-nos, porém, a nós, visto que eles são mais ou menos esclarecidos, discernir o que há de bom ou de mau no que nos digam e tirar, do ensino que nos deem, o proveito possível. Ora, todos, quaisquer que sejam, nos podem ensinar ou revelar coisas que ignoramos e que sem eles nunca saberíamos.
KARDEC, 2007e, p. 57, grifo nosso.

Aliás, é bom lembrar que toda a segunda parte da obra O Céu e o Inferno contém mensagens sobre a situação no mundo espiritual de Espíritos de diversas categorias, das quais surgiram alguns pontos doutrinários.
E que haverá novas instruções é, também, um fato:

O Espiritismo, hoje, projeta luz sobre uma imensidade de pontos obscuros; não a lança, porém, inconsideradamente. Com admirável prudência se conduzem os Espíritos, ao darem suas instruções. Só gradual e sucessivamente consideraram as diversas partes já conhecidas da Doutrina, deixando as outras partes para serem reveladas à medida que se for tornando oportuno fazê-las sair da obscuridade. Se a houvessem apresentado completa desde o primeiro momento, somente a reduzido número de pessoas se teria ela mostrado acessível; houvera mesmo assustado as que não se achassem preparadas para recebê-la, do que resultaria ficar prejudicada a sua propagação. Se, pois, os Espíritos ainda não dizem tudo ostensivamente, não é porque haja na Doutrina mistérios em que só alguns privilegiados possam penetrar, nem porque eles coloquem a lâmpada debaixo do alqueire; é porque cada coisa tem de vir no momento oportuno. Eles dão a cada ideia tempo para amadurecer e propagar-se, antes que apresentem outra, e aos acontecimentos o de preparar a aceitação dessa outra.
KARDEC, 2007c, p. 370-371, grifo nosso.

Claro que não devemos acreditar em alguma novidade, simplesmente porque um Espírito a apresenta, pois é preciso seguir as orientações de Kardec sobre a necessidade de passar tudo pelo filtro do Controle Universal do Ensino dos Espíritos, uma vez que a opinião de um Espírito é apenas uma opinião pessoal, que, por ser individual, não fará corpo Doutrinário.

Kardec seguia fielmente essa orientação de Erasto, publicada na Revista Espírita 1861:

Na dúvida, abstém-te, diz um de vossos antigos provérbios; não admitais, pois, senão o que vos é de uma evidência certa. Desde que uma opinião nova surge, por pouco que ela vos pareça duvidosa, passai-a pelo crivo da razão e da lógica; o que a razão e o bom senso reprovam, rejeitai-o ousadamente; mais vale repelir dez verdades, do que admitir uma única mentira, uma única teoria falsa. […].
KARDEC, 1993f, p. 242, grifo nosso.

Sobre a opinião de um Espírito, ser individual, esse foi um ponto que Kardec insistia sempre, como, por exemplo, neste trecho que encontramos na Revista Espírita 1865:

O Espiritismo não é mais a obra de um único Espírito como não é a de um único homem; é a obra dos Espíritos em geral. Segue-se que a opinião de um Espírito sobre um princípio qualquer não é considerada pelos Espíritos senão como uma opinião individual, que pode ser justa ou falsa, e não tem valor senão quando é sancionada pelo ensino da maioria, dado sobre os diversos pontos do globo. Foi esse ensino universal que fez o que ele é, e que fará o que será. Diante desse poderoso critério, caem necessariamente todas as teorias particulares que sejam o produto de ideias sistemáticas, seja de um homem, seja de um Espírito isolado. Uma ideia falsa pode, sem dúvida, agrupar ao seu redor alguns partidários, mas não prevalecerá jamais contra aquela que é ensinada por toda a parte.
KARDEC, 2000c, p. 307, grifo nosso.

No início, Kardec afirma que o Espiritismo "é obra dos Espíritos em geral", o que acreditarmos; não coadunaria caso fosse revelado somente por Espíritos Superiores. Aliás, é oportuno transcrevermos uma parte da segunda conversa com o Espírito Pierre Le Flamand, publicado na Revista Espírita 1859, mês de maio:

47. Voltemos ao senhor Allan Kardec. – R. Fui à sua casa anteontem à noite; estava ocupado escrevendo em seu escritório…, trabalhava numa nova obra que prepara… Ah! ele nos melhora bem. A nós outros, pobres Espíritos; se não nos conhecerem não será por culpa sua.

48. Estava só? – R. Só, sim, quer dizer que não havia ninguém com ele; mas havia, ao redor dele, uma vintena de Espíritos que murmuravam acima de sua cabeça.

49. Ele os ouvia? – R. Ouvia-os, se bem que olhasse por todos os lados para ver de onde vinha esse ruído, para ver se não eram milhares de moscas; depois, abriu a janela para ver se não fora o vento ou a chuva.

Nota. – O fato era perfeitamente exato.

[…].

51. Esses Espíritos pareciam se interessar pelo que ele escrevia? – R. Eu o creio muito! Sobretudo, havia dois ou três que lhe sopravam o que ele escrevia e que tinham o ar de se aconselharem com outros; ele, ele acreditava ingenuamente que as ideias eram dele, e com isso parecia contente.
KARDEC, 1993e, p. 119-120, grifo nosso.


Aqui também não há nenhuma especificação de que os Espíritos que "sopravam" aos ouvidos de Kardec, eram todos eles Espíritos Superiores. Não podemos
deixar de registrar a condição de médium que possuía o Codificador; provavelmente médium de intuição.

Esperamos que este estudo possa provocar questionamentos sobre o que abordamos nele, que seja visto como uma contribuição, ainda que mínima, para o esclarecimento de muitos que ainda transitam pela estrada da dúvida.

Paulo da Silva Neto Sobrinho
Fev/2015


Referências bibliográficas:


KARDEC, A. A Gênese. Rio de Janeiro: FEB,2007e.
KARDEC, A. O Céu e o Inferno. Rio de Janeiro: FEB, 2007d.
KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro, FEB, 2007c.
KARDEC, A. Obras Póstumas. Rio de Janeiro: FEB, 2006a.
KARDEC, A. Revista Espírita 1859. Araras, SP: IDE, 1993e.
KARDEC, A. Revista Espírita 1859. Rio de Janeiro: FEB, arquivo PDF, s/d.
KARDEC, A. Revista Espírita 1861. Araras, SP: IDE, 1993f.
KARDEC, A. Revista Espírita 1865. Araras, SP: IDE, 2000c.
KARDEC, A. Revista Espírita 1868. Araras, SP: IDE, 1993j.


Fonte:
http://www.aeradoespirito.net/ArtigosPN/SOM_ESP_SUPER_TRAZ-N_NOVAS_INSTRUCOES_PN.html

 


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