Marcelo Henrique Pereira

>    Apreciações Espíritas Sobre o Carnaval

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A vida humana constitui-se uma seqüência de roteiros, alguns pré-estabelecidos e consensados, em função do planejamento encarnatório, outros livre e posteriormente escolhidos por nós quando “em caminhada”. A intenção de cada espírito que reencarna é a de avançar com boa vontade e coragem. Para tanto, nas diversas contingências da vida, haveremos de ter a disposição de dizer SIM ou NÃO às opções disponíveis, relembrando uma das lições daquele sublime carpinteiro (“seja o teu falar, sim, sim e não, não”).

Diante de tantas “ocupações” deste mundo, em que é opção nossa escolher o que e como fazer, há o lazer, definido pelos dicionaristas como “descanso, ócio, vagar, passatempo” e que tem recebido nova conceituação ou valoração, para alcançar o espectro de experiência humana que possa proporcionar a vivência e o desenvolvimento de valores específicos, contribuindo para a realização de cada pessoa, e expressando, ainda, o aumento da qualidade de vida e a melhoria da saúde (física ou psíquica).

Há, em verdade, tantas formas de diversão, recreação ou entretenimento disponíveis ao homem contemporâneo, alguns verdadeiros meios de alegria salutar e aprimoramento (individual e coletivo), para nossa escolha. Como exemplos, teríamos: passeios, gincanas, peça de teatro ou filmes de cinema, festinha familiar, futebol com os amigos, brincadeiras com filhos, etc.

No âmbito cultural, devem ser consideradas, também, as especificidades de cada região, quando as tradições implicam na promoção de festejos (populares ou religiosos) que interessam às pessoas que ali residem, bem como atraindo visitantes e turistas. No cenário brasileiro, exemplo típico é o carnaval, que alcança em determinadas metrópoles, uma vasta e detalhada programação, em ambientes públicos ou privados, oferecendo diversas opções de lazer para as pessoas.

Mas, ao contrário do que muitos pensam, o carnaval não é um evento originariamente brasileiro. Suas origens datam na Idade Antiga, onde, na velha Roma, capital do mundo, havia orgias templárias em homenagem aos deuses (Lupércio, Saturno, Baco), com luxúrias e excessos de toda a ordem (desde o prato até as experiências sexuais)
[1]. Nestas priscas eras, o carnaval simbolizava a miséria moral dos humanos, ao lado da fartura material, com visível colheita de sofrimentos (doenças, crimes e barbáries[2]).

No Brasil, o carnaval foi introduzido pelos portugueses provavelmente no século XVII, com o nome de Entrudo, uma forma popular de brincar, que persistiu durante a Colônia e a Monarquia, que consistia num folguedo alegre, mas violento e selvagem, pois as pessoas atiravam, umas nas outras, água com bisnagas ou limões de cera e depois pó, cal e tudo que tivessem às mãos. Depois, a prática foi substituída por elementos menos agressivos, como o confete, a serpentina e o lança-perfume. Em 1840 realizou-se o primeiro baile de carnaval e, seis anos depois, surgiu o “Zé Pereira”, um grupo dos foliões de rua com bombos e tambores. Na seqüência, brotaram os cordões, as sociedades carnavalescas, blocos e ranchos, bem como o corso (hoje desaparecido), que consistia num desfile de carros pelas ruas da cidade, todos de capota arriada, com foliões fantasiados atirando confetes e serpentinas uns nos outros. Em 1929, foi fundada a primeira escola de samba (Deixa Falar), no bairro do Estácio (Rio de Janeiro – RJ)
[3].

Datam desta época as diversas manifestações populares (gracejos, pilhérias, brincadeiras e folguedos), reunindo amigos e familiares, que se fantasiavam, procurando mostrar-se criativos, chamativos, originais, satirizando os problemas sociais da época, os vultos políticos ou imitando a natureza. Esta prática, algum tempo depois, transformou-se em “travestismo” (com homens vestidos de mulheres e vice-versa, ou, assaz, fantasias de nobres, reis, rainhas, piratas, almirantes, generais, artistas, como a representar personalidades desejadas ou vivenciadas em vidas anteriores).

Segundo especialistas e historiadores, nas épocas inaugurais do festejo em nossa pátria, não havia abusos de natureza sexual. Foi com a expansão da Sociedade que começaram a surgir os transtornos de ordem moral e os desajustes sociais, transformando o carnaval em veículo para o desaguar dos chamados caracteres “tortuosos”, dando vazão aos instintos e às manifestações de natureza inferior.

De algum tempo para cá, os maiores reflexos da prática são a violência e a animalidade, que desembocam em brigas e conflitos nos salões e nas ruas. Triste espaço para a exposição dos “dramas da alma”, que explodem no corpo. O travestismo libera as nódoas do psiquismo, as frustrações, os desagravos, a sede de vindita e os variados tormentos íntimos que o ser experimenta, desaguando, por certo, em gravames para esta e outras vivências espirituais, débitos a serem saldados em novas experiências. Uma pena!

Os defensores do carnaval dizem que o mesmo é um extravasador de tensões, libertando as energias... Todavia, no período carnavalesco, não encontramos diminuídas as taxas de agressividade e as neuroses – verdadeiro somatório da violência urbana e de infelicidade familiar jamais vistas no mundo contemporâneo.

No campo da sexualidade, é notório constatar que o indivíduo se permite uma maior permissividade, no clima de “brincadeira”, já que, “de cara limpa” e no cotidiano das obrigações sociais, não lhe seria lícito agir de tal modo, tanto em razão do julgamento popular quanto pelo cerceamento promovido pela legislação humana.

Há, também, os que dizem: “- Só vou me divertir!” Há, realmente, no carnaval, apenas manifestações de alegria, descontração e expansões de júbilo? Os festejos funcionam, mesmo, como válvula de escape para as tensões diárias, fomentando a tranquilização da alma e o reequilíbrio das funções psíquicas? Não cremos! Em sua imensa maioria, os foliões “encarnam” a perversão e a enfermidade espiritual que jorra, a loucura que campeia, infreada, devassando e infelicitando...

Especialistas em psicologia constataram, após algumas pesquisas com casais, que “[...] de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.); que, desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério; que de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas [...]. Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais”.
[4]

Muitos afirmam, com honestidade, que não vão para o carnaval com intenções malévolas. Mas, presentes em tais ambientes, a sintonização será possível e, uma vez formada estaremos fornecendo campo propício para influenciações de toda ordem. Ademais, a “boa intenção” inicial contrasta com a inutilidade e materialidade dos interesses, além de representar a concretização do preceito: “Diz-me com quem andas e eu te direi quem és”.

Por isto, a pergunta que não quer calar, é: conseguiremos nós resistirmos ao rolo-compressor das baixas energias, mantendo-nos “imunes” aos apelos de vivenciarmos emoções, alimentarmos vibrações e experimentarmos sensações nos ambientes carnavalescos?

Outros podem enunciar: “- O que há de mais no carnaval?” Respondemos: só há de menos. Após o imediatismo dos gozos e alegrias fugazes, fundados sobre relações espúrias ou ambientados em envolvimentos “sem compromisso”, como todo fogo fátuo, as vivências deixarão os que nele se locupletaram nas valas da frustração e do arrependimento, mais cedo ou mais tarde... Quando trabalhamos com o jovem, temas ligados aos relacionamentos humanos e à sexualidade, procuramos salientar que determinadas práticas, apesar de preliminarmente “atraentes” levam criaturas à viciação, porque a necessidade “nunca cessa” e o espírito nunca está satisfeito. Entrevistas com pessoas que têm comportamento promíscuo ou livros psicografados que enquadram personagens que valorizaram o “prazer a qualquer preço” são os primeiros a confessar que, após cada vivência, sentiam desejo e necessidade de outro, e mais outro, a fim de experimentar de tudo e com todos, numa espécie de fome ou sede nunca saciados.

Neste aspecto, então, aproveitamos para dizer que o carnaval não é somente uma festa de cunho material. É profundamente ESPIRITUAL, em razão dos consórcios que se formam entre os encarnados e os desencarnados, além, é claro, das associações tanto entre encarnados quanto entre desencarnados. Na faixa vibratória dos Espíritos infelizes e dentro do princípio do “semelhante atrai semelhante”, criaturas daqui e de lá, ávidas por tal tipo de energia, promovem uma profunda simbiose[5]. No que tange às entidades desencarnadas, através das faculdades mediúnicas é possível visualizar e perceber a nociva influência destas sobre os foliões, pelas leis de afinidade psíquica.

Deste modo, há espíritos (encarnados e desencarnados) deprimidos, violentos, zombadores, levianos, sexólatras, e, até, impiedosos magnetizadores, que, aproveitando-se de nossa “guarda baixa”, apropriam-se de nossos campos mental e sentimental para encontrar guarida e tirarem proveito.

Os cinco dias de folia, assim, poderão se transformar em cinco séculos de penosas reparações, dependendo do que fizermos, e das tramas que entabularmos no cordel das ações e reações que vinculam seres e estabelecem dívidas entre os seres que se locupletam nas relações sem ciência e responsabilidade. Por detrás da aparente alegria e transitória felicidade, revela-se o verdadeiro atraso espiritual em que ainda vivemos, pela explosão de animalidade que ainda impera em nosso ser.

Neste cenário, percebe-se a estreita ligação do carnaval com o álcool, as drogas alucinógenas, a violência, o ato sexual sem responsabilidade, o adultério e os crimes de variadas formas.

TEIXEIRA
[6], a propósito, afirma: “O carnaval é aquele fruto apodrecido, do qual ainda não soubemos tirar a mensagem de advertência, atenção e vigilância, observando, ao longo do tempo, a semente infeliz que há germinado nas almas incautas, gerando colheitas de decepções e dores de elevada monta.”

Um aspecto pertinente a salientar é a questão da realização de eventos ou trabalhos espíritas especiais no carnaval. Importante frisar acerca da necessidade de ocupar nossos jovens ou adultos em atividades de educação, cultura e arte, motivando-os durante todo aquele período. É de se lamentar quando os mesmos não são programados...

No que concerne aos trabalhos corriqueiros e usuais do centro, recomenda-se não interrompê-los, sobretudo porque são os dias em que mais se necessita das preces e vinculações com os Bons Espíritos, que auxiliam os seres “caídos nas sarjetas”, indigentes espirituais que se perderam nas curvas do caminho. Mas, não nos esqueçamos de que diversas casas acham-se situadas em locais de intenso movimento carnavalesco e, ainda que não estejam no “meio do burburinho”, também os companheiros precisam deslocar-se de seus lares, atravessando o tumulto dos centros urbanos e locais destinados à folia. Assim, caso se decida pela interrupção dos trabalhos (por motivos de segurança/conveniência), isto não implica deixarmos de VIGIAR e ORAR, onde e com quem estivermos, servindo como verdadeiras antenas de nobres inspirações e assistência necessária, como verdadeiros cristãos e espíritas, que desejamos ser.

Certamente, o traço mais desolador de todo este contexto é o cenário da quarta-feira de cinzas: pessoas exaustas, esgotadas, embriagadas, desfalecidas, adoentadas, machucadas ou mortas... Muitas delas, com reflexos pessoais, conseqüências de atos impensados ou dos acidentes. Quantos perdem a vida nas estradas, em desastres automobilísticos? Quantos se envolvem em discussões e brigas, das quais resultam assassinatos, que, em condições de normalidade e sobriedade, não teriam acontecido? Quantos sobrevivem com seqüelas físicas ou psíquicas? Quantos contraem enfermidades, em sua maioria, transmissíveis por via de canais genésicos, e que só serão “descobertas” anos depois? Quantos, decepcionados ou deprimidos, ante os insucessos das tentativas e as negativas de outrem, não dão cabo de sua própria vida? Quantas mulheres não se tornam vítimas de estupros ou atentados violentos ao pudor, em razão de suas roupas sumárias ou de suas condutas, bem como em face da permissividade que povoa os salões de clubes e as esquinas pouco iluminadas das cidades? Quantos, por força de determinados comportamentos, comprometer-se-ão, espiritualmente falando, com criaturas cuja associação perdurará além do véu da matéria?

Dizem que as “cinzas” são o que sobra do “enterro da tristeza”, em face dos cinco dias de “alegria”, ou, ainda, são o que sobrou de tal espetáculo. Em realidade, a única cinza que o cristão deveria encontrar seria aquela que representa o ENTERRO do seu passado de erros, pulverizado por um presente de acertos e esforços no sentido do progresso real.

Como diretriz segura, sempre a advertência paternal contida no livro básico
[7], acerca da idéia que se tenha do homem que busca o refinamento de seus gozos nos “excessos” de toda ordem, encontramos: “Pobre criatura que devemos lastimar, e não invejar, porque está bem próxima da morte!” E, em complemento, o preciso comentário de Kardec aponta: “O homem que procura, nos excessos de toda espécie, um refinamento dos gozos, coloca-se abaixo dos animais, porque estes sabem limitar-se à satisfação de suas necessidades. Ele abdica da razão que Deus lhe deu para guia e quanto maiores forem os seus excessos, maior é o império que concede à sua natureza animal sobre a espiritual. As doenças, a decadência, a própria morte, que são a conseqüência do abuso, são também a punição da transgressão da lei de Deus.”

A embriaguez, a luxúria, as fantasias e a experimentação (desde alucinógenos até práticas sexuais bizarras) demonstram o enorme desejo de “fuga da realidade” que persegue inúmeros seres, que não desejam “aproveitar” a presente vivência, pelos compromissos e responsabilidades que a vida na matéria, em uma nova encarnação, propicia e enquadra.

Não vemos, por fim, outro caminho que não seja o da “abstinência” sincera, do controle das sensações e instintos, da canalização das energias, empregando o tempo de “folga” do carnaval para a descoberta de si mesmo, o entrosamento com os seres mais próximos (sobretudo os familiares), o aprendizado (seja através de livros e filmes instrutivos ou pela freqüência a eventos espíritas, educacionais, culturais, filosóficos ou religiosos que sejam programados) ou mesmo o descanso, já que o ritmo frenético do dia-a-dia exige cada vez mais preparo e estrutura físico-psicológica para os embates das “lutas da vida”.

Não que estejamos, com isso, advogando que o espírita deva estar protegido sob uma redoma de vidro, para que não se contamine com os “males” do mundo. Não vemos nenhum problema em passeios pela cidade, presenciando a agitação do momento, ou, mais organizadamente, assistindo de arquibancada o colorido e o movimento de passistas de escola de samba. O maior problema não é a aproximação, em si, do “foco” dos festejos, mas a participação ativa, junto àqueles que ainda se comprazem em energias de teor inferior e que se valem do expediente de “extravasar” a alegria, para o cometimento de excessos de variado jaez.

Se fizéssemos da “festa”, enfim, um evento em que todos brincassem num clima sadio, sincero e de legitima confraternização, os resultados, com certeza, seriam bem diferentes...

Em tudo e por tudo, nós mesmos é que somos os principais responsáveis e os juízes de nós mesmos. Lembremo-nos, em face da atual oportunidade de trabalho e soerguimento, dos dizeres de Jesus, ao tratar do “Mordomo Infiel”: “Dá conta da tua administração” (Lc; 16: 1-12)

O que estamos, então, fazendo de nossas vidas? Meditemos...

 

[1] Os historiadores também fazem referência às bacanalia da Grécia, festa em honra ao deus Dionísio.
[2] Fala-se nas saturnalia, em que se imolava uma vítima humana.
[3] Fonte: Enciclopédia Compacta Brasil - Larousse Cultural - Nova Cultural. Disponível em
http://www.terrabrasileira.net/folclore/origens/portugal/entrudo.html
[4] Matéria publicada no Jornal “Correio Braziliense”.
[5] Maiores detalhes sobre o processo vinculante podem ser obtidos no livro Nas fronteiras da loucura, ditado pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda e psicografado por Divaldo Pereira Franco – Editora Leal.
[6] TEIXEIRA, Raul. Mundo espírita. Entrevista. Fevereiro, 1986. P. 10.
[7] KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Questão 714.


(*) Marcelo Henrique Pereira, Mestre em Ciência Jurídica, Presidente da Associação de Divulgadores do Espiritismo de Santa Catarina e Delegado da Confederação Espírita Pan-Americana para a Grande Florianópolis (SC)


Fonte: http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/A_ERA_DO_ESPIRITO_-_Portal/ARTIGOS/ArtigosGRs/APREC_ESP_SOBR_O_CARN_MH.html

 

 


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