Sergio Oliveira - entrevista

>  Na clonagem a molécula de DNA atrai o espírito à reencarnação

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Sergio Oliveira - entrevista
>  Na clonagem a molécula de DNA atrai o espírito à reencarnação


FE - Abril de 1997 entrevista a Marlene Nobre

O médico e mestrando da USP, dr. Sergio Oliveira, durante a aula do curso de genética que ministra as 5ª feiras, na AME-SP, para médicos, profissionais de saúde e estudiosos da ciência do espírito, esclareceu dúvidas quanto a questão da clonagem.


O que é clone?

Os clones são conjunto de células de mesma carga genética. Já existem de forma natural. Os gêmeos univitelinos pôr exemplo, são uma clonagem da natureza. Neste caso, só uma célula ovo vai dar origem a dois seres, geneticamente idênticos, mas com impressões digitais diferentes. São idênticos do ponto de vista genotípico, porque têm a mesma carga genética, mas não são iguais quanto à fenotipia. No caso desses gêmeos, os bebezinhos estarão acomodados, no útero materno, um à direita e outro à esquerda, porque, é óbvio, dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Isso, pôr si só, já traz influências estereoespaciais diferentes. As ovelhinhas também não são iguais na fenotipia, porque foram geradas em espaços físicos e tempos diferentes. Essa diferença vai ser ainda mais acentuada pelo fato de que dois Espíritos vão estar ocupando cada um dos conjuntos de células que vai dar origem a um novo ser. No caso das ovelhas, são os princípios inteligentes diferentes. Na clonagem, é importante ressaltar, que há semelhança de corpos, mas os seres não são idênticos., uma vez que receberão influências estereoespaciais diferentes. E experiências diferentes é o mesmo que seres diferentes. O clone pode ser entendido, assim, enquanto genética, mas não enquanto ser. Se fizer um estudo comportamental na Dolly e na ovelha fornecedora da célula mamária que a originou, vamos ver que são seres diferentes. Elas vão ter semelhanças comportamentais? Vão, porque existem determinados tipos, padrões de comportamento que são genéticos. Pôr exemplo, o papagaio, imita o som, já nasce com esse tipo de comportamento, mas vamos ter o papagaio mais arisco e o mais afetuoso, o que aprende mais fácil e o que tem mais dificuldade. Existem, assim, nuances diferentes dentro da mesma espécie. No caso da Dolly, elas vão ter semelhanças mais do que se tem entre duas ovelhas, mas não mais do que se tem nos gêmeos univitelinos. Quanto menos células mais dificuldade de se achar diferenças, mas no caso de ovelhas e macacos já fica mais difícil, as diferenças são mais perceptíveis, porque são seres mais complexos, já são trilhões de células, de modo que as diferenças se acentuam.

Quais as condições criadas em laboratório que permitem ao espírito ou princípio inteligente reencarnar, como no caso da Dolly. Os cientistas utilizaram uma célula mamária de uma ovelha - poderiam ter empregado uma outra, pôr exemplo, do fígado, do estômago - e fizeram essa célula regredir à forma blástica. Nessa condição, a célula tem características muito próximas da fase embrionária e assume a sua capacidade de totipotência, isto significa que tem grande capacidade de reprodução, de se multiplicar, e também de diferenciação em muitos tipos celulares. Qualquer espécie de tratamento que se faça, químico ou pôr indução de outras células ou núcleos, para levá-la à forma blástica, já se está repetindo a instância embrionária e propiciando as condições para a reencarnação. No caso de Dolly, a técnica empregada utilizou duas células, mas creio que vai ser possível realizá-la com uma só, dependendo do ponto de regressão a que se chegue. O que pode atrair o espírito do ponto de vista físico, é a molécula de DNA. Pôr isso, usa-se o núcleo da célula e o material genético. Na forma blástica, o DNA vai ter um determinado padrão de abertura de suas alças de tal sorte que permite o funcionamento das áreas genéticas da ontogênese. Que áreas genéticas são essas? Exemplo: os homeoboxes, genes responsáveis pela formação do esqueleto axial do embrião, são eles que vão permitir a clivagem das células, encaminhando algumas delas para a esquerda, para cima, para baixo, porque é a direção que essas células tomam no embrião, que vai determinar o conjunto de órgãos que vão formar. Desse modo, os genes da ontogênese, só funcionam enquanto o corpo está sendo formado, depois disso, eles se fecham, não mais exercem essa função e outros vão se abrir. O gene é regulado pôr um relógio que vai dizer a que horas cada alça vai estar funcionando. Pôr essa razão, quando se consegue reduzir para a forma blástica, abre-se as alças da ontogênese, e , daí, pode sair um embrião.

Qual o mecanismo mais íntimo dessa atracão Espírito-DNA, no processo reencarnatório?

O gene tem uma estrutura única, muito interessante. Nele, há um campo de forças, que une os átomos entre si, são forças eletromagnéticas. Como decorrência disso, as forças de Vandervaus, as iônicas, as covalentes, as pontes hidrogeniônicas, são todas padrões de força para unir um átomo a outro para que seja possível construir a molécula de DNA, mas o comando dessas forças vem do interior do átomo, onde, obviamente, não existe matéria, encontramos o períspirito. Este tipo de estrutura é detectado na forma do que os físicos chamam de energia flutuante quântica do vácuo. É o perispírito que está ali.. Então, numa estrutura interna, o perispírito vai agindo sobre o DNA, induzindo-o a se abrir ou a se fechar, conforme as ordens de comando vindas do espírito. O que acontece? Dentro da estrutura atômica, existe uma força chamada nuclear fraca. Esta forma um túnel com a força eletromagnética, matematicamente, pode-se juntar essas duas forças. A força nuclear eletrofraca é intra-atômica, então, ela está mais ligada ao universo do vácuo atômico e as forças eletromagnéticas são interatômicas, estão do lado de fora. Tem-se, assim, um túnel que liga o lado de dentro com o lado de fora, sendo que as ordens de comando do períspirito vêm pôr dentro, abrindo ou fechando essas alças, através do túnel de comando para as forças eletromagnéticas. O que vai acontecer então? O processo de passagem de uma ordem de comando do períspirito para a estrutura molecular, esse túnel produz matéria que a unificação do conjunto celular passa a agregar. Para a agregação da matéria há a atuação de uma força gravitacional, então, tem-se uma atração de massas para o corpo que vai sendo formado pôr células que vão se aglomerando. No processo de proliferação celular dentro do útero, vai ocorrer um processo de materialização. Há uma agregação de matéria como na origem do uni, onde está presente também a força gravitacional. São campos de grávitons que estão ligados à estrutura de gravidade do planeta. É pôr essa razão que o períspirito possui as características próprias da esfera, do planeta no qual está sediado. Se se vai para outro mundo, muda o perispírito, porque o campo de grávitons é outro. A interação dessas forças intramoleculares vai permitir a indução do processo de proliferação celular. Do ponto de vista físico-químico, o DNA não difere de qualquer molécula do organismo, mas no aspecto estrutural, diferencia-se pôr funcionar como uma lente atratora-redutora. Assim, a molécula do DNA atrai as energias perispirituais não mensuráveis e materializa-as permitindo a transdução dessa matéria quintessenciada para a matéria biológica. No caso do laboratório, para fazer um campo atrator para o espírito reencarnar é preciso uma molécula com a formação lenticular como a do DNA, sob as condições da fase embrionária ou de totipotência.

Quer dizer que o conjunto dessas forças leva à materialização do corpo, ao renascimento?

Sim, há uma malha eletromagnética extra-atômica, ligada pôr uma espécie de túnel com a malha de forças intra-atômicas, representada pela força nuclear fraca, a qual , pôr sua vez, tem ligação com a energia flutuante quântica do vácuo. Nesse vácuo atômico tem-se todo um campo de grávitons que vai fazer com que haja agregação de matéria. Na verdade, esse campo de grávitons é que vai dar a característica lenticular para a molécula, permitindo o processo de materialização. Se observarmos bem, o útero materno é uma sala de materialização. É aí, nessa câmara escura que se dá a transdução de matéria ?invisível? para a matéria tangível, biológica. A abertura dos genes da ontogênese dá à célula altíssima capacidade de multiplicação, com grande velocidade. No câncer, isso ocorre de forma anômala, porque as células perdem o comando equilibrado do espírito. Uma vez abertos, esses genes têm capacidade de concentrar ectoplasma e transformá-lo em fótons, empacotando-o sob a forma de ATP - trifosfato de adenosina. No caso da Dolly, escolheu-se um núcleo que tinha DNA para que houvesse um campo atrator. Essa estrutura faz tudo sozinha, sabe empacotar e desempacotar. Nós a rigor, não sabemos nada. Não temos idéia de como funciona o gene.

Basta apenas a abertura dos genes da ontogênese para haver reencarnação?

A estrutura genética é um agente predisponente, mas não determinante. Nesse caso, os fatores espirituais vão ser determinantes. Creio que as experiências de clonagem vão possibilitar maiores certezas de que a espiritualidade existe. Quando se fizer a clonagem humana e constatar-se o nascimento de dois seres diferentes, embora com carga genética igual e, muitas vezes, com diferenças pronunciadas, as indagações vão exigir respostas convicentes. O que está pôr trás dessas diferenças?

 

Fonte: http://www.geae.inf.br/pt/boletins/geae430.html

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