Mediunidade
Conceituação da Mediunidade
e Análise geral dos seus problemas atuais
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Conteúdo resumido
Este livro é uma exposição
dos problemas mediúnicos, baseada na experiência pessoal
de Herculano Pires como trabalhador e dirigente espírita durante
longos anos, orientando-se nos seus meandros pela bússola de
Kardec, a única realmente válida e aprovada pelo Espírito
da Verdade, que simboliza a Sabedoria Espiritual junto à Sabedoria
Humana.
Nesta obra o autor estuda todos os tipos de mediunidade, inclusive a
mediunidade zoológica. Trata também dos problemas da desobsessão
e do vampirismo.
Introdução
“Mediunidade é a faculdade humana,
natural,
de relações entre homens e espíritos.”
HERCULANO, o metro que melhor mediu Kardec, como
diz Emmanuel, através da mediunidade de Chico Xavier, explica
nesse livro como o fenômeno mediúnico é natural.
O trabalho de Herculano é baseado na teoria e na prática.
O embasamento teórico é produto de uma vida de estudos
dos livros básicos de Kardec e, no caso do “Mediunidade”,
do estudo e reflexão d’O Livro dos Médiuns (Kardec).
A prática, nessa encarnação, surge de uma vida
dedicada ao trabalho de assistência a encarnados e desencarnados
necessitados, na “mesa da caridade”, como explica Herculano,
nos trabalhos de esclarecimento realizados com a preparação
feita através da leitura e explicação dos livros
escritos pelo mestre de Lion, Kardec, e com a prática mediúnica.
O mestre de Herculano, Kardec, diz que, se o fenômeno me-diúnico
é constante em nossas vidas, se a comunicação entre
encarnados e desencarnados ocorre naturalmente devido à ligação
telepática, há que estudá-la e aproveitá-la,
evitando os prejuízos da telepatia com os desequilibrados. Mas
se não é por acaso que nos ligamos ao desequilíbrio,
os seres humanos que formaram grupo no erro devem agora unir os esforços
na educação libertadora pela compreensão da Verdade
ensinada através dos séculos por irmãos mais velhos
e vivenciada por Jesus.
Herculano, discípulo fiel de Kardec, explica a mediunidade estática,
que é essa interação constante entre encarnados
e desencarnados, e a dinâmica, que é o compromisso mediúnico.
Navegamos nas águas tranqüilas da mediunidade compreen-dendo
que somos construtores do nosso destino hoje e sempre, ou nos perdemos
sem o auxílio da Casa Espírita “como um barco à
deriva”, como diz o pai Herculano.
Com simplicidade e com a autoridade intelectual e moral conquistada
através de um trabalho magnífico na divulgação
da Doutrina Espírita, o professor Herculano nos convida a entender
que, como dizia Kardec, queiramos ou não, estamos sempre recebendo
e enviando pensamentos de encarnado para encarnado e de encarnado para
desencarnado.
Para viver bem precisamos pensar bem e auxiliar nossos irmãos
em sofrimento a conseguirem o atendimento de que necessitam no mundo
espiritual graças ao esclarecimento da “mesa da caridade”.
Mediunidade é apenas comunicação;
aprendamos a sintonizar com as luzes...
Heloísa Ferraz Pires
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