Sérgio Biagi Gregorio

>   A Importância dos Livros da Codificação

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Sérgio Biagi Gregório
>   A Importância dos Livros da Codificação

 

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(trecho inicial)

 

SUMÁRIO:

    1. Introdução.

    2. Considerações Iniciais.

    3. Relação Ensino-Aprendizagem:

    3.1. O Estudo Doutrinário;

    3.2. O Estudo e a Aprendizagem da Doutrina;

    3.3. Da Aprendizagem ao Ensino Doutrinário.

    4. Os Livros da Codificação:

    4.1. Quais São os Livros?;

    4.2. O Que cada Livro Representa?

    4.3. Por onde Começar o Estudo da Doutrina?

    5. O Estudo das Obras Básicas e suas Consequências:

    5.1. O Tempo que se Ganha;

    5.2. Livra-nos do Erro da Absolutização do Relativo;

    5.3. A Felicidade da Compreensão.

    6. Conclusão.



1. INTRODUÇÃO

Por que enaltecer os livros da codificação? Quais são esses livros? Por qual deles deveríamos começar o nosso estudo? Para que possamos responder a essas perguntas, fizemos um pequeno roteiro, em que tratamos da relação ensino-aprendizagem, conteúdo doutrinal dos livros e das consequências que daí dimanam.

2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O Espiritismo, codificado por Allan Kardec no século XIX, existe, como idéia, há muito mais tempo. Pode-se dizer que, desde que o homem é homem, as ideias espíritas já começavam a se desabrochar, pois a preocupação com a vida futura e o relacionamento com os chamados mortos eram assuntos corriqueiros na Antiguidade. Ao longo da história, muitos espiritualistas tentaram levar alguma luz sobre a relação corpo-alma. Essas orientações, contudo, foram ofuscadas pelo orgulho, vaidade e interesses próprios de outros pensadores, que deixaram a humanidade numa total ignorância com relação à reencarnação e à possibilidade de comunicação com os seres extracorpóreos.

Na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec desenvolve a tese de que Sócrates e Platão foram os precursores da idéia cristã e do Espiritismo.

José Herculano Pires, em O Espírito e o Tempo, traça-nos a linha de evolução do Espiritismo, começando pelo horizonte tribal (mediunismo primitivo) e terminando no horizonte civilizado (positivação da mediunidade), quando da vinda do codificador.

Jesus, quando esteve encarnado, anunciou o Consolador Prometido – o Espírito da Verdade – que viria relembrar o que Ele tinha dito e ensinar muitas outras coisas. Na época predita, mais especificamente em 18 de abril de 1857, surge o Espiritismo, a terceira revelação, tendo como codificador Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail.

3. RELAÇÃO ENSINO-APRENDIZAGEM

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